Saúde do Presidente

Lula refaz exames de imagem três dias após acidente doméstico

Boletim médico informa que o presidente está apto para exercer as atividades profissionais

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Política

Foto: Reprodução/Instagram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou por volta do meio-dia, desta terça-feira (22), ao Hospital Sírio Libanês, em Brasília, para fazer novos exames na cabeça. O presidente entrou na unidade de forma discreta e sem comboio.

Lula foi submetido a uma ressonância magnética e trocou o curativo dos pontos no ferimento, causado pela queda no banheiro do Palácio da Alvorada, no último sábado (19). Ele ficou cerca de 30 minutos no hospital.

Em nota assinada pelos médicos Roberto Kalil Filho e Ana Helena Germoglio, que acompanham o presidente, o “exame de imagem está estável em comparação ao anterior”, e Lula deverá realizar novo exame de controle em 72h. Os médicos também informam que o chefe do Executivo está apto a exercer a rotina de trabalho.

Conforme informações oficiais, o acesso ao andar em que o presidente realizou o exame ficou restrito, isolado por questão de segurança, inclusive os elevadores.

O presidente manteve, na última segunda-feira (21) e nesta terça, reuniões de trabalho, mas precisou cancelar a viagem à Rússia, onde participaria da Cúpula dos BRICS.

Em conversa com o candidato do PT à Prefeitura de Camaçari (BA), Luiz Caetano, Lula reconheceu que o acidente que sofreu “foi grave”, mas diz não ter afetado “nenhuma parte mais delicada”.

“Estou cuidando porque qualquer coisa na cabeça é muito forte”, disse em conversa telefônica.

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Sancionada lei que destina emendas da saúde a bombeiros militares

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O serviço de atendimento pré-hospitalar prestado pelos bombeiros militares dos Estados e do DF poderá receber verbas de emendas parlamentares voltadas à saúde. É o que estabelece a Lei Complementar 234, de 2026, sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU), desta sexta-feira (7).

Para receber os recursos, segundo a nova lei, será obrigatório o cumprimento de requisitos a serem definidos pelo Poder Executivo. Além disso, as despesas precisarão ser aprovadas pelo Ministério da Saúde.

A lei proíbe o uso dessas emendas para pagamento de salários ou de aposentadorias de bombeiros militares, assim como para qualquer custeio ou investimento que não seja relativo ao atendimento pré-hospitalar.

Com origem no Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2021, de autoria do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), a matéria foi aprovada no Senado em julho deste ano, com parecer favorável do senador Nelsinho Trad (PSD-MS).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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