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JÚLIO DIZ QUE BOTELHO GANHA ELEIÇÃO NO 1º TURNO EM CUIABÁ; ACREDITA NO POTENCIAL DO GRUPO

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Política

Angelo Varella / AL-MT

Deputado estadual Júlio Campos (União) acredita que o pré-candidato do seu partido, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho, possui totais condições de ganhar no primeiro turno em Cuiabá e ainda ajudar a sigla a se tornar a maior bancada na Câmara de Vereadores.

No último final de semana, o partido apresentou no último final de semana a lista dos nomes que compõem a chapa de vereadores. A intenção é manter o atual quadro, que aumentou de dois para quatro com o fim da janela partidária, ou até mesmo conquistar mais uma cadeira.
“Nós temos certeza absoluta que temos todo o potencial, um candidato a prefeito muito forte, deputado Eduardo Botelho, com possibilidade de ganhar as eleições até mesmo no primeiro turno nós temos, além da chance de fazer cinco cadeiras na próxima legislatura. Essa é a nossa meta”, destacou.
O partido conseguiu trazer para suas fileiras até o último dia 6, quando encerrou o prazo para mudança de siglas, os vereadores Dilemário Alencar e Dr Luiz Fernando, que estavam no Podemos e Republicanos, respectivamente. Além disso, mantém em seus quadros Cezinha Nascimento e Michelly Alencar.
Questionado se uma chapa formada por 40 nomes não poderia prejudicar o projeto do União, Júlio comentou que caso essa meta – quatro ou cinco eleitos – não seja mantida, o partido quer, pelo menos, que os que vão à reeleição consigam manter suas cadeiras.
“O União conta com o respaldo, uma boa chapa e um bom trabalho. Nós temos que trabalhar para fazer isso. Agora, se não atingir a meta, nós temos que entender que o povo preferiu eleger menos vereador do União Brasil, mas no mínimo quatro a gente faz, acredito”, frisou.

 

 

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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