ELEIÇÕES VG
JAYME CAMPOS DIZ CLARAMENTE QUE O PL SÓ VENCE EM VÁRZEA GRANDE SE ACONTECER ‘IMENSA TRAGÉDIA’
Jayme destacou que Kalil está à frente nas pesquisas
Política
Senador Jayme Campos (União) disse claramente, durante a convenção da coligação “Várzea Grande Melhor”, na noite dessa quinta-feira (1), que a candidata do PL, Flávia Moretti, só vence a disputa pela prefeitura “se acontecer uma catástrofe”. Ele reforçou que se isso ocorrer “seria uma verdadeira tragédia”.
Em evento da coligação, foi oficializada a chapa que tem Kalil Baracat (MDB) como candidato à reeleição e o vereador Pedro Paulo Tolares, o Pedrinho Tolares (União), como candidato a vice-prefeito. Na ocasião Jayme destacou que Kalil está à frente nas pesquisas e ele acredita que possa alcançar mais de 70% dos votos.
“Tenho certeza e a convicção que o povo de Várzea Grande já está decidindo, tanto é que as pesquisas de opinião pública que já (…) apontam que Kalil Baracat tem acima de 40 pontos em relação ao possível candidato que vai ser seu adversário (…). Ele só não vai perder para a Lucimar, que fez 77%, mas 70% dos votos eu tenho certeza absoluta que ele vai fazer. E não sou eu que estou falando, são 3, 4, 5 pesquisas e é o povo de Várzea Grande”.
O PL confirmou também na noite de ontem, sexta-feira (2), a oficialização de Flávia Moretti como candidata a prefeita e Tião da Zaeli como seu vice. Jayme afirmou que não vê nenhuma possibilidade de vitória para ela.
“Eleição é eleição, entretanto o que se desenha aí é que Kalil vai atingir de 70% a 75% dos votos, salvo se acontecer uma catástrofe aqui, não vejo nenhuma possibilidade de que isso possa ocorrer, seria uma verdadeira tragédia. Eu não sou aqueles do ‘já ganhou’, tanto é que estamos aqui hoje, vamos trabalhar, Kalil está com 11 partidos políticos o apoiando, mais de 240 candidatos a vereadores, será que todas as forças (…) não têm nenhum peso? Aqui são pessoas de bem, pessoas que tem serviços prestados, não são aventureiros”.
Ao ser questionado sobre o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) à candidata, o senador Jayme Campos afirmou que isso não fará diferença, assim como o apoio de Lula à professora Leiliane Borges, que irá disputar o mesmo cargo, também não.
“É bom que se esclareça que nós estamos discutindo Várzea Grande, não estamos discutindo Bolsonaro nem Lula, o povo quer saber o que o próximo prefeito vai fazer. Imagina se houver essa intervenção, vamos ver o resultado disso nas urnas (…) nos dias 6 de outubro. Do que adianta aqui a candidata do PT ter tirado foto com Lula? O que tem a candidata do Bolsonaro, Flávia Moretti, ter tirado foto com ele? Ótimo, mas o Kalil vai tirar foto é com o povo de Várzea Grande (…). Quem manda é o povo”.
Política
Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação
O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.
Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.
O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.
Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.
Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.
Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra
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