Política
Indicações de mulheres para TST e para a DPU são lidas na CCJ
Política
Foram lidos na reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), desta quarta-feira (15), os relatórios das mensagens de indicação dos nomes da juíza Margareth Rodrigues Costa, para ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), e de Tarcijany Linhares Aguiar Machado, para o cargo de defensora pública-geral da Defensora Pública da União (DPU). Ambas serão sabatinadas pelo colegiado no dia 28 de abril.
Margareth Rodrigues Costa é indicada para o cargo de ministra do TST na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Aloysio Silva Corrêa da Veiga. A mensagem que encaminha a indicação (MSF 8/2026), da Presidência da República, foi relatada pelo senador Jaques Wagner (PT-BA).
Juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região, com sede em Salvador, Margareth Rodrigues Costa formou-se em direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 1985 e começou sua carreira jurídica em 1990, como juíza substituta. Em 1993, tornou-se juíza do trabalho titular da vara de Jacobina (BA) e, posteriormente, das varas de Camaçari (BA) e de Salvador. Em 2014, foi promovida a desembargadora do Tribunal do Trabalho da 5ª Região.
— A indicada apresentou também argumentação pormenorizada a respeito da adequação de suas qualificações às exigências que pesam sobre ministros do TST, sua identificação e compromisso com os valores que regem o trabalho desse colegiado, como a proteção social, a dignidade da pessoa humana e as políticas de inclusão — disse o senador Jaques Wagner.
DPU
Já Tarcijany Linhares Aguiar Machado é indicada para o cargo de defensora pública-geral federal da DPU. A MSF 12/2026, também da Presidência da República, foi relatada pelo senador Camilo Santana (PT-CE).
Tarcijany Machado é defensora pública federal desde 2013, mas antes disso atuou como defensora pública do estado do Pará, em 2011. Bacharel em direito pela Universidade de Fortaleza (Unifor), é pós-graduada em direito público pela Universidade Anhanguera (Uniderp).
Desde 2024, é defensora substituta regional de Direitos Humanos do do Ceará e membro do Grupo de Trabalho sobre Moradia e ponto focal do Grupo de Trabalho sobre Tráfico de Pessoas.
— A indicada inclui em seu currículo argumentação escrita, conforme a qual entende estarem amplamente demonstradas sua formação acadêmica e técnica, experiência profissional de excelência e atributos éticos e intelectuais necessários para o exercício do cargo de Defensora Pública-Geral Federal — expôs Camilo Santana.
Ela recebeu apoio do senador Cid Gomes (PSB-CE).
— Não fora pela sua tarefa nobre que é defender, dar assistência jurídica aos necessitados, àquelas pessoas que não podem pagar por um advogado, se não fora só por isso, o meu pai era defensor público estadual, portanto, repito, é uma categoria pela a qual tenho o maior respeito — disse o representante do Ceará.
O senador Omar Aziz (PSD-AM) afirmou que a sensibilidade de uma mulher como defensora pública-geral é importante na luta para que haja igualdade de tratamento entre as pessoas.
— Essa sensibilidade, não tenho dúvida nenhuma, ajudará o Brasil nessa igualdade.
O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), concedeu vista coletiva às matérias.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
Política
Max Russi admite possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso após incentivo de lideranças
Agostinho
Da Redação
O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), admitiu que passou a refletir sobre a possibilidade de disputar o Governo do Estado nas eleições de 2026. A declaração foi feita após receber manifestações de apoio de importantes lideranças políticas.
Segundo Max Russi, seu projeto inicial continua sendo a reeleição para a Assembleia Legislativa. No entanto, ele afirmou que o incentivo recebido do ex-governador e senador Jayme Campos, da deputada estadual Janaína Riva e de outras lideranças políticas o levou a analisar um novo cenário.
“Não era esse o meu projeto. O meu projeto é a eleição para a Assembleia Legislativa. Mas, quando vem um ex-governador, um senador como Jayme Campos, uma deputada atuante como a Janaína e outros líderes, isso realmente chama você para uma reflexão e uma análise”, afirmou.
Apesar da sinalização, Max reforçou que permanece concentrado na construção de sua candidatura à reeleição, destacando que esse continua sendo o entendimento da maioria do seu grupo político.
“Estamos focados em construir o nosso projeto para a Assembleia Legislativa. Esse é o projeto da maioria do nosso grupo político. Temos procurado conversar e ouvir as pessoas”, declarou.
O parlamentar também avaliou que a recente convenção partidária alterou o cenário político estadual e pode provocar mudanças nas articulações para a disputa de 2026.
“Essa convenção foi bastante tensa e isso pode mudar um pouco o xadrez político do Estado”, concluiu.
A declaração reforça as especulações de que Max Russi poderá surgir como uma alternativa do Podemos na disputa pelo Palácio Paiaguás.
Veja vídeo:
-
Política5 dias atrásÀs vésperas da convenção, Mauro e Pivetta reúnem tropa contra Jayme Campos
-
Cidades5 dias atrásPrefeitura distribui mudas gratuitas e incentiva arborização em Várzea Grande
-
Economia3 dias atrásCidades, Transportes e Fazenda lideram desbloqueio do Orçamento
-
Cidades7 dias atrásPrefeitura apoia pesquisa da UFMT para monitoramento de lagartas em propriedades rurais de Várzea Grande
-
Cidades6 dias atrásAcelera VG Regularização Fundiária chega ao bairro da Manga e inicia cadastramento para entrega de títulos definitivos
-
Cidades4 dias atrásJulho Amarelo: HPS de Várzea Grande reforça segurança do paciente com capacitação e ações de prevenção às hepatites virais
-
Cidades7 dias atrásEscola reúne pais para apresentar planejamento estratégico do segundo semestre
-
Política22 horas atrásMax Russi admite possibilidade de disputar o Governo de Mato Grosso após incentivo de lideranças

