Eleições 2024

GOVERNADOR ACONSELHA CANDIDATOS A PREFEITO A NÃO VENDER FALSAS ILUSÕES AO ELEITORADO

Segundo o gestor, a população tem capacidade de disseminar entre o que é real e factível de ser realizado

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Governador Mauro Mendes, presidente do União Brasil, ressaltou que os candidatos a prefeitura terão que fazer suas campanhas baseadas em propostas factíveis e não vender falsas ilusões ao eleitorado.

Segundo o gestor, a população tem capacidade de disseminar entre o que é real e factível de ser realizado.

“Ninguém é besta mais hoje em dia não, as pessoas têm capacidade de raciocinar, de entender números e saber se o candidato está fazendo algo que é possível de executar ou se está tentando vender sonhos ou até mesmo ilusões”, destacou.

De acordo com Mauro, durante a campanha de 2018, quando disputou ao governo, não apresentou nenhum programa de ações, baseando sua campanha em discurso voltados recuperação financeira do estado.

“Ganhei uma eleição em 2018, praticamente sem prometer nada, só dizia olha, o estado está quebrado, vou trabalhar muito, vou trabalhar com seriedade, vou colocar Deus na frente e acredito que isso funciona e funcionou, então acho que é uma boa receita, é trabalhar muito, falar a verdade, mostrar problemas e algumas soluções, mas sem vender ilusões”, disse.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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