PREFEITO DE CUIABÁ

FÁBIO GARCIA ACREDITA QUE BOTELHO É A MELHOR ESCOLHA PARA TIRAR CUIABÁ DO BURACO

O coordenador ressaltou que o reparo é especialmente nas finanças municipais, pode levar anos

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Política

Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Fábio Garcia coordenador-geral da campanha do deputado Eduardo Garcia (União) à Prefeitura de Cuiabá, diz que o próximo prefeito da cidade terá uma “missão impossível” para ajustar a cidade, com problemas deixados pela atual gestão.

O coordenador ressaltou que o reparo é especialmente nas finanças municipais, pode levar anos. Ele avalia que a dívida consolidada de Cuiabá chegará a cerca de R$ 2 bilhões até o final do ano é quase 1 bilhão a mais do que o valor citado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) no relatório que reprovou as contas do governo de Emanuel Pinheiro (MDB), em 2022.

De acordo com Garcia, a cidade está abandonada, e é necessário um esforço para resolver os problemas amontoados nos últimos sete anos do atual prefeito.

“Consertar Cuiabá não será uma tarefa para alguns meses. O prefeito teve quase oito anos para arrumar a cidade e não conseguiu. Não será em cinco meses que ele vai conseguir reverter a situação. Na verdade, Emanuel colocou Cuiabá em um buraco”, enfatizou.

 Fábio acha que Botelho seja a melhor escolha para a tirar a cidade de Cuiabá da crise, com as parcerias do Governo do Estado, da bancada federal de Mato Grosso no Congresso Nacional, e de pessoas técnicas.

“Esperamos que, juntos, possamos tirar Cuiabá do buraco com um trabalho sério, honesto, boa gestão, parcerias e união nos próximos anos. Não acredito que Emanuel tenha condições de consertar a cidade, que ele mesmo destruiu nos últimos quase oito anos”, concluiu.

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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