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EX-SECRETÁRIOS NÃO COMPARECEM PARA DEPOR NA COMISSÃO CONTRA EMANUEL PINHEIRO

O presidente da comissão, vereador Wilson Kero Kero (PMB), ao abrir a sessão, justificou a ausência dos ex-secretários

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Política

Secom Prefeitura de Cuiaba

Atualizada às 15h16 – A Comissão Processante que foi criada na Câmara dos Vereadores da capital, para investigar o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), tiveram os andamentos de seu trabalho nesta segunda-feira, prejudicados, porque os ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Célio Rodrigues e o ex-adjunto da pasta, Milton Correa da Costa Neto, simplesmente não compareceram para prestar seus depoimentos. Apenas à servidora Hellen Cristina da Silva, compareceu ao Legislativo para participar da primeira oitiva do grupo de investigação.

O presidente da comissão, vereador Wilson Kero Kero (PMB), ao abrir a sessão, justificou a ausência dos ex-secretários e disse que a Câmara enfrentou dificuldades para notificá-los. Segundo o parlamentar, eles alegaram que só poderiam ser notificados na sexta-feira (10) no período noturno, o que inviabilizou a convocação.

Conforme Kero Kero, Célio pediu, via advogado, o acesso aos autos da investigação. Diante do prazo, o grupo vai avaliar se os depoentes serão novamente convocados. “Ele [servidor] tentou procurar na residência, mas não conseguiu êxito. Pelo WhatsApp, ele informou que estaria fora da cidade e que retornaria na sexta-feira a noite. Isso inviabilizaria nossa notificação. O Célio a mesma

coisa, disse que estaria ausente e que só retornaria em outro dia. Presencialmente nós só conseguimos alcançar a Hellen, que está aqui”, disse.

 

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Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores

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O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.

Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.

O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”

Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.

O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.

Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.

O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.

Fonte: ALMT – MT



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