Àgua Tratada
ETA Imigrantes inaugurada passa a reforçar abastecimento de água em 24 bairros em VG
Agora, Várzea Grande conta com 5 ETAS, o que deve ajudar a reduzir o intervalo de água para a população.
Política
A Estação de Tratamento de Àgua (ETA) Imigrantes inaugurada passa funcionar e reforça o abastecimento de água em 24 bairros
A (ETA) Imigrantes entrou em funcionamento e e vai atender 24 bairros da cidade, reduzindo a intermitência na casa dos várzea-grandenses. Esta é a terceira ETA entregue pela gestão de Kalil Baracat (MDB) em pouco mais de 3 anos e meio.
Bairros como 7 de maio, 24 de dezembro e o Souza Lima, por exemplo, passaram a receber mais água).
A nova ETA tem capacidade para tratar 125 litros de água por segundo. Com isso, é possível atender imediatamente 30 mil moradores de 24 bairros e adjacências. Ela está interligada à rede de distribuição existente na região sul da sede urbana, o que irá beneficiar indiretamente populações de áreas que antes eram atendidas pelo sistema sobrecarregado.
Em 2021, Kalil inaugurou a Estação de Tratamento de Água (ETA) Cristo Rei, que abastece 72 bairros da região, atendendo cerca de 100 mil pessoas. Em fevereiro deste ano, ele inaugurou a ETA Barra do Pari, atendendo 40 bairros e cerca de 70 mil moradores.
Agora, Várzea Grande conta com 5 ETAS, o que deve ajudar a reduzir o intervalo de água para a população.
A nova ETA Imigrantes também atenderá os bairros e adjacências do Colinas Verdejantes, Jardim Rosa Imperial, São Simão, Parque Res. Claudia, Jardim Rosa Imperial, Parque Tamoio, Capão do Pequi, Res. Marluce, Vitória Régia, São José, 15 de maio, Vida Nova, Milton Figueiredo, Jd. Campo Verde, Esplanada, Jd Botânico, Brasil Novo, Gilson de Barros, Jardim Guanabara, Parque do Piquizeiro, Centro Industrial de VG, Parque das Estações, Novo Mato Grosso, Boa Vista e o Distrito Bonsucesso.
Política
Cattani cobra solução para sistema florestal e cancelamentos de CAR de pequenos produtores
O deputado estadual Gilberto Cattani (PL) cobrou providências da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a sessão plenária de quarta-feira (21), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Ele apontou a instabilidade do Sisflora (Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais), que controla a extração de madeira no estado, e o cancelamento do Cadastro Ambiental Rural (CAR) de pequenos produtores como problemas que prejudicam quem produz.
Segundo Cattani, o Sisflora está fora do ar há dias, e os empresários do setor não conseguem emitir notas, carregar cargas, nem vender a mercadoria. “Imaginem os senhores se isso acontecer em qualquer tipo de comércio. Se coloca no lugar desses empresários que estão aí sem poder vender o seu produto, sem poder comercializar há tantos dias por culpa do Estado, por culpa da secretaria”, afirmou.
O deputado lembrou que a falha inviabiliza quem produz. “É um sistema caríssimo, pago pelo Estado de Mato Grosso, mas que não funciona e dessa maneira inviabiliza os nossos grandes empresários e pessoas que produzem no setor florestal. Nós precisamos consertar isso.”
Cattani também relatou o caso de pequenos produtores do assentamento Pontal do Marape, que tiveram o CAR cancelado depois que outra pessoa registrou um cadastro sobreposto à área do assentamento. Segundo ele, sem o documento, as famílias ficam impedidas de acessar crédito e de produzir. “Hoje os pequenos produtores não conseguem acessar o crédito, não conseguem produzir, não conseguem fazer nada porque o CAR foi cancelado”, relatou.
O parlamentar questionou a atuação da Sema no caso. “Como é possível que a Sema aceite isso? E pior do que isso, como é possível, depois de comprovado que o CAR está sobreposto, não validar o CAR daqueles pequenos produtores e continuar validando o CAR da pessoa que fez numa área sobreposta?”.
Cattani dirigiu o pedido ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos), e lembrou que, como prefeito de Lucas do Rio Verde, Pivetta criou um programa que regularizou as áreas rurais do município. “Peço ao senhor que mude o sistema e o modo de agir da secretaria para que de fato faça justiça aos produtores rurais do nosso estado. Que não seja perseguidora dos produtores rurais”, disse.
O parlamentar defendeu uma intervenção na pasta. “Não é para que ela acabe, nem para que não faça o seu trabalho. Pelo contrário, é para que faça o seu trabalho, mas de forma correta, sem ser perseguidora dos produtores rurais do nosso estado”.
Fonte: ALMT – MT
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