diálogos
EM MEIO A ‘PENDENGA’ ENTRE OS CAMPOS, KALIL VAI OUVIR PARTIDOS ALIADOS SOBRE SEU VICE
Nós temos um arco de aliança e vamos discutir isso conforme de forma muito tranquila
Política
Quanto a questão estratégica da definição de seu vice, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), disse que a escolha do vice de uma eventual candidatura à reeleição ocorrerá sem pressão. A vaga deve ser ocupada pela indicação dos irmãos Jayme e Júlio Campos, senador e deputados estadual, respectivamente, ambos do União Brasil.
Só que, Kalil já explicou de que pretende estender as articulações também, junto aos partidos que compõem a sua base aliada, e ouvir os outros partidos que anunciam apoio a sua reeleição antes de bater o martelo de quem possivelmente caminhará ao seu lado nas eleições deste ano.
“Nós temos um arco de aliança e vamos discutir isso conforme de forma muito tranquila, ainda há tempo até lá”, frisou.
Um dos nomes mais cotados é do presidente da Câmara de Vereadores, Pedro Paulo Tolares, o Pedrinho. O senador Jayme Campos comentou que ele e seu irmão, o deputado estadual Júlio Campos, se reuniram com o parlamentar no último final de semana informando o desejo do partido em fazer a indicação e que ele poderia ser designado.
O assunto sobre vice tem provocado barulho, se tornando público e polêmico entre os irmãos nos bastidores. Jayme não esconde sua preferência pelo presidente da Câmara, mas seu irmão defende que o empresário Elias Domingos, filho de Toninho Domingos, ou seu sobrinho, o empresário Dudu Campos, seja o indicado.
Além deles, também estão cotados para vice os vereadores do União Brasil, Pablo Pereira e Rosy Prado.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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