Eleições 2024
EDUARDO BOTELHO APRESENTA CRESCIMENTO NAS INTENÇÕES DE VOTO, SEGUNDO PESQUISA
Abilio cai 7 pontos e Lúdio se estabiliza em 3°
Política
Eduardo Botelho (União) candidato à prefeito de Cuiabá foi quem mais ganhou apoio nas intenções de voto dos eleitores, segundo a pesquisa feita pela Futura Inteligência entre julho e setembro.
O primeiro levantamento feito no mês passado, Botelho registrou 31,5%. Em 6 de setembro, ele aumentou 3,2 pontos, atingindo 34,7%. No resultado mais recente divulgado pelo instituto, o candidato do União Brasil alcançou 37,4%, mostrando um crescimento total de 5,9% desde o primeiro levantamento.
Segundo as pesquisas, indicam uma queda expressiva nas intenções de voto para Abilio Brunini (PL). Ele iniciou com 31,8%, subiu para 33,5%, mas depois despencou para 26,3%. Em menos de um mês, sua queda foi de 7,2 pontos.
No entanto, o candidato Lúdio Cabral (PT) se manteve em terceiro posição. No primeiro levantamento, ele registrou 20%, depois caiu para 16,9%, mas no último resultado divulgado na quarta-feira (25), subiu 3,2 pontos, alcançando 20,1%.
Já o candidato, Domingos Kennedy (MDB), também mostrou um crescimento nas intenções de voto. Ele iniciou com 2%, depois subiu para 2,8% e, por último, alcançou 5,1%.
As pesquisas foram conduzidas pela Futura Inteligência em três períodos distintos: a primeira entre 31 de julho e 3 de agosto, a segunda de 28 de agosto a 2 de setembro, e a última entre 19 e 23 de setembro. No entanto, todos os levantamentos possuem margem de erro de 4,0 pontos e nível de confiança de 95%.
Os registros na Justiça Eleitoral têm os números: MT-01287/2024, MT-08293/2024 e MT-05927/2024.
Política
Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS
O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.
O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).
Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.
O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.
O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.
Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.
O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.
Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira
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