PROMESSA
Deputado Júlio Campos promete votar em Lula se VLT for finalizado em Cuiabá
“Não sou lulista, não votei em Lula e não sou petista. Se ele concluir o VLT, até eu daria meu voto para ele na próxima eleição”
Política
Quanto a cada vez mais polêmica implantação do modal de transporte urbano de Cuiabá e Várzea Grande (VLT ou BRT), que se arrasta desde a Copa de Futebol de 2014, ano em que deveria ter sido implantado, o deputado Estadual e ex-prefeito de Várzea Grande, Júlio Campos (União), disse que apoiará a reeleição de Lula, se realmente ele concluir o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá.
Em tom bem-humorado, o veterano parlamentar comemorou as negociações para construção do modal na Capital e elogiou as articulações do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) para viabilizar a obra.
“Não sou lulista, não votei em Lula e não sou petista. Se ele concluir o VLT, até eu daria meu voto para ele na próxima eleição, porque na última eu votei em Bolsonaro”, disse em recente entrevista.
Política
Venda sem registro mantém cobrança de IPTU, decide TJMT
Resumo:
- Tribunal mantém cobrança de IPTU contra proprietária que vendeu imóvel sem registrar a transferência.
- Entendimento reforça responsabilidade de quem ainda consta no cadastro e limita mudanças no processo.
Uma venda feita há mais de 20 anos não foi suficiente para afastar a cobrança de IPTU. A Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu que, sem o registro em cartório, a antiga proprietária continua responsável pelo imposto. A decisão foi relatada pela desembargadora Maria Erotides Kneip.
No caso, o Município de Campo Verde cobrou débitos de IPTU referentes aos anos de 2019 a 2022. A defesa alegou que o imóvel havia sido vendido décadas antes e que a Prefeitura tinha conhecimento disso, inclusive por ter emitido posteriormente um documento de cobrança em nome do comprador.
O Tribunal, no entanto, entendeu que a venda só produz efeitos legais após o registro em cartório. Como isso não foi comprovado, a antiga proprietária permaneceu como responsável pelo pagamento perante o poder público.
A decisão também destacou que o IPTU está vinculado ao imóvel, podendo ser cobrado tanto do proprietário quanto do possuidor. Nesse cenário, cabe ao Município escolher contra quem direcionar a cobrança, especialmente quando a pessoa ainda consta nos registros oficiais.
Outro ponto reforçado foi que, após o início da execução fiscal, não é possível alterar o nome do devedor no processo. Assim, mesmo com a existência de documentos posteriores, a cobrança foi considerada válida.
Por unanimidade, o colegiado negou o recurso e manteve a continuidade da execução fiscal.
Processo nº 1003725-38.2023.8.11.0051
Autor: Roberta Penha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
-
Mato Grosso6 dias atrásQuando ninguém vê
-
Cidades6 dias atrásPrefeito avança em diálogo no Fórum para garantir solução para famílias no Contorno Leste
-
Esporte6 dias atrásInter vence o Fluminense e se afasta do Z4 do Brasileirão
-
Política4 dias atrásvídeo ligado ao 1º cavalheiro de VG mostra pilha de dinheiro e vira alvo de questionamentos
-
Esporte7 dias atrásSão Paulo falha em segurar vantagem e Bahia arranca empate nos acréscimos
-
Esporte5 dias atrásFluminense confirma chegada de Hulk, que assina até 2027
-
Cidades2 dias atrásPrefeitura garante linha especial e gratuita para o evento Classic Pantanal
-
Política2 dias atrásCemulher leva políticas de enfrentamento à violência doméstica para conferência nacional em Cuiabá



