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DEPUTADA DISPARA QUE LÚDIO NÃO DEU RESULTADOS EM 20 ANOS NA POLÍTICA E OUTRO FAZ ‘GESTÃO’ DE CELULAR

Executivo exige preparo e capacidade de gestão e condições de articulação, cobra a deputada Gisela

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Política

Foto Câmara Federal

A deputada federal Gisela Simona (União) falou sobre a atual situação de calamidade pública em que se encontra Cuiabá, destacando o caos financeiro e a falência que impera na saúde da capital.  A parlamentar enfatizou de forma bem clara, de que o próximo prefeito de Cuiabá precisa ser um bom gestor e articulador para buscar a união de esforços para consertar a capital. Ela aponta que não dá para esperar muito de alguém que está há 20 anos na política e não tem resultado, se referindo a Lúdio Cabral (PT), e nem em alguém que vive com celular na mão, mas não faz gestão, em referência a Abílio Brunini (PL).

“O que eu vejo é o seguinte: um candidato é uma pessoa que está há 20 anos na política, em mandatos importantes, e você não vê resultados. Ele está sempre na oposição e tem pouco resultado no exercício de mandatos. O outro tem uma postura que já combatemos em outros momentos, que com celular na mão faz gestão e não é assim. Executivo exige preparo e capacidade de gestão e condições de articulação”, declarou a parlamentar na manhã desta terça-feira (30) em entrevista recente.

Gisela Simona ressaltou de que há uma preocupação com a questão fiscal, uma vez que Cuiabá deve fechar o ano com déficit de R$ 1,7 bilhão. O combate à corrupção e a má-gestão deverão ser uma das prioridades ao lado da saúde para o próximo gestor.

Com isso, a deputada defende que Cuiabá precisa de união, de alguém preparado, que saiba dialogar, articular e que tenha experiência em administração. “Botelho é o mais preparado, tem experiência na gestão, seja na vida privada, seja na Assembleia, que tem um orçamento quase do tamanho de uma prefeitura”, afirmou a deputada Gisela Simona.

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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