CUIABÁ
“Cuiabá sabe o valor real do saneamento básico e por isso o prioriza”, destaca prefeito Emanuel Pinheiro sobre 1º lugar em investimentos
Política
“Cuiabá sabe o real valor do saneamento básico e por isso o prioriza. Fico muito feliz em fazer parte deste momento histórico para a famílias cuiabanas. Uma cidade bem saneada atrai investimentos, gera mais oportunidades e dignidade para sua gente. Temos essa convicção e seguiremos nos dedicando à universalização do saneamento, pelo bem da presente e futuras gerações. Promovemos uma verdadeira revolução subterrânea, o que traduz nosso respeito à população, saúde e ao meio ambiente”. A frase é do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, ao comentar os dados do 15ª edição do Ranking do Saneamento Brasileiro que aponta Cuiabá em 32ª lugar no ranking nacional (saltando 23 posições em apenas um ano 2022/2023). Elenca ainda que é a capital com maior investimento per capita no segmento, com a marca de R$ 369,33 por habitante.
O esgotamento sanitário doméstico possibilitou ao Município sair de 53% para os atuais 80% de cobertura. O índice de universalização da coleta de esgoto é de 91%, que será alcançado no próximo ano.
De acordo com Carlos Brandão, CEO da Iguá, grupo do qual a Águas Cuiabá faz parte, o objetivo, desde o início da concessão, em 2017, era reposicionar Cuiabá no cenário brasileiro dos serviços de água e esgoto. “A expansão da cobertura em regiões já consolidadas traz consigo uma série de desafios e reflexos, mas todos eles vêm sendo superados. Com investimentos financeiros, obras e tecnologia, nosso trabalho diário é pela universalização do saneamento básico, antes do prazo estabelecido pelo Marco Legal do Saneamento, que impacta diretamente na vida das pessoas e da natureza”, declara.
A evolução do saneamento básico é acompanhada pela Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Cuiabá (Arsec). “A Arsec, como agência reguladora, dá segurança jurídica tanto para a concessionária realizar os investimentos, quanto para o poder concedente, que tem segurança na execução das obras, tem segurança ao receber o serviço, pois sabe que está sendo bem executado, com tarifa justa e tem como dar o retorno positivo para a população”, pontua o diretor-presidente, Vanderlúcio Rodrigues.
Divulgado na Semana do Dia Mundial da Água (22/3), o relatório faz uma análise dos indicadores do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), ano de 2021, publicado pelo Ministério das Cidades. Desde 2009, o Instituto Trata Brasil monitora os indicadores dos maiores municípios brasileiros.
Sobre a Águas Cuiabá – Por meio de concessão plena, iniciada em 2012 e com validade de 38 anos, a concessionária assumiu os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na capital mato-grossense em 2017. A empresa atende 605 mil pessoas e tem como objetivo universalizar o acesso da população à água de qualidade e à coleta e tratamento de esgoto.
O relatório completo pode ser conferido no link https://tratabrasil.org.br/ranking-do-saneamento-2023/
SECOM/Com informações da Águas Cuiabá
Política
Eleições de 2026 têm menos de 2% de candidatos LGBTQIAPN+
Pela primeira vez nas eleições gerais, as estatísticas eleitorais feitas com dados fornecidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) trazem os dados sobre a orientação sexual e a identidade de gênero dos candidatos. Os números divulgados até a tarde de terça-feira (18) revelam que, dos 20.575 candidatos registrados, 1,93% se declararam bissexuais, gays, lésbicas, pansexuais ou assexuais. Os que se declararam transgênero representam 0,51% do total de candidaturas.
Os números divulgados TSE revelam, ainda, um aumento no percentual de candidatos com deficiência, indígenas e de origem asiática com relação a 2022. O percentual de brancos, pretos e pardos registrou pequenas variações.
Os dados fazem parte das estatísticas de candidaturas disponíveis na página do TSE. Os números ainda não são definitivos e podem sofrer variações à medida que os pedidos de candidatura são avaliados pelo tribunal.
Declaração opcional
A inclusão dos campos de orientação sexual nos formulários de registro de candidatura começou em 2024, nas eleições municipais. Esta é a primeira vez que esse tipo de estatística aparece nas eleições gerais, para os cargos de presidente, governador, senador e deputado federal, distrital e estadual.
A declaração é opcional. A maioria dos candidatos optou por declarar sua orientação, mas o número dos que não declararam ainda é próximo da metade. No total, 55,09% optaram por declarar e 44,91% de candidatos que optaram por não preencher esses dados. Já a informação sobre a identidade de gênero foi compartilhada por 57,75% dos candidatos, contra 42,25% que não quiseram informar.
Entre os candidatos que declararam orientação sexual, 3,58% são LGBTQIAPN+. Quando considerado o número total de candidatos da eleição geral de 2026, de 20.575 registrados, o percentual de candidatos LGBTQIAPN+ cai para 1,93%

Já os que se identificam como transgênero representam 0,89% dos candidatos que optaram por preencher esse dado. Quando considerado o total de candidaturas, 20.575, o percentual de candidatos trans cai para 0,51%. O total de candidatos que declararam nome social é de 53 pessoas.

No recorte racial, os percentuais de 2026 ficaram parecidos com os da última eleição geral. Os brancos ainda são maioria e somam 48,82 % do total de candidatos. O percentual de pardos (36,11%) e de pretos (13,62%) registrou leve variação negativa, enquanto o percentual de indígenas aumentou 0,64% para 0,93%. A variação, de 0,29 ponto percentual, representa um aumento de 45%. Já entre os que, segundo o TSE, se declararam amarelos, o índice subiu 26%.

O número de pessoas com deficiência que se candidataram a um cargo nas eleições de 2026 também aumentou com relação ao pleito de 2022. Na eleição passada, esse número era de 476 candidatos, que representavam 1,62% do total. Agora são 499 pessoas com deficiência na disputa, que representam 2,42% do total de candidatos. O crescimento no índice foi de 0,8 ponto percentual, o que equivale a 49%.
Dos 499 candidatos com deficiência que concorrem nas eleições de 2026, a maior parte é de pessoas com deficiência física, 39,7%. Em seguida, vêm os candidatos com deficiência visual (21,7%), autismo (14,2%), deficiência auditiva (10,89%). O restante, com outras deficiências, soma 14% do total.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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