Política
Bruno Rios vereador de Várzea Grande é eleito presidente da UCMMAT
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Da Redação
Com 311 votos favoráveis, o vereador por Várzea Grande, Bruno Rios (PSB) foi eleito novo presidente da União das Câmaras Municipais do Estado de Mato Grosso (UCMMAT), na última quarta-feira, 24.02.
Em uma disputa acirrada, o grupo de Bruno derrotou o então concorrente, vereador Edcley Coelho (SD), da cidade de Vila Bela da Santíssima Trindade, que obteve 298 votos.
“A nova Mesa Diretora assume para o Biênio de 2021-2022”.
De acordo com informações de bastidores, em menos de 24 horas houve uma reviravolta no posicionamento dos votos, já que em vários munícipios, principalmente da Baixada Cuiabana, o que se ouvia era que Edcley, devido o bloco de apoio envolvendo, deputados estadual e federal, senadores, e até ex-governadores teria uma vitória com ampla vantagem.
Isso mostra uma mudança na conduta dos eleitores, neste caso os agentes públicos, vereadores que representam a população do seu município, resultado que faz alguns blocos, ou alas políticas rever suas ações, para obter a formação de uma base solida, para ter condições de disputas as eleições de 2022.
Bruno Rios é advogado, vereador por Várzea Grande eleito com 977 votos, compõe a Mesa Diretora, exercendo o cargo de 1º secretário.
Como presidente eleito da UCMMAT, Bruno Rios tem o propósito de aproximar as Câmaras Municipais, aos poder legislativos e executivos estadual e federal.
Ao todo, compareceram representantes de 79 Câmaras Municipais, somando 837 dos 1.404 vereadores do estado de Mato Grosso, que participaram da eleição elegendo Bruno.
Foto: UCMMAT
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Comissão que analisará linha de crédito para motociclistas profissionais é instalada
O Congresso Nacional instalou nesta segunda (17) a comissão que vai analisar a MP 1.366/2026. Essa medida provisória criou uma linha de financiamento facilitado para motociclistas profissionais que atuam no transporte de passageiros ou em serviços de entrega por aplicativo.
A MP também beneficia taxistas, motoristas de aplicativo e transportadores de pequenas cargas urbanas. A medida provisória atende tanto os trabalhadores autônomos como os que têm carteira assinada.
A senadora Leila Barros (PDT-DF) foi eleita presidente da comissão — que é mista, ou seja, é composta por deputados federais e senadores. A deputada Amanda Gentil (PP-MA) será a relatora do grupo.
Essa medida provisória, que foi editada em 12 de junho, faz parte do Programa Move Brasil, lançado pelo governo federal para ampliar o acesso ao crédito de diferentes segmentos do transporte.
Fundo
A MP 1.366/2026 autoriza o uso de recursos do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (Fiis) para financiar:
- a compra de veículos;
- a renovação da frota;
- investimentos para melhorar a atividade de transporte;
- projetos que aumentem a produtividade;
- iniciativas de redução das emissões de carbono.
Acesso ao crédito
Ao assumir a presidência da comissão, Leila Barros afirmou que a MP enfrenta uma das principais dificuldades de quem depende de veículos para trabalhar: o acesso ao crédito em condições favoráveis.
— É mais uma iniciativa importante do governo federal, porque enfrenta um problema concreto da vida de milhões de brasileiros: o custo de trabalhar. Estamos falando de motoristas de aplicativos, entregadores, motofretistas, mototaxistas, taxistas e outros profissionais de transporte de passageiros e de cargas. Homens e mulheres que saem de casa todos os dias e que dependem de um carro, de uma motocicleta ou de outro veículo para garantir a sua renda e sustentar as suas famílias — declarou.
Para a senadora, a dificuldade de acesso ao crédito faz com que esses profissionais continuem utilizando veículos mais antigos.
— Quem trabalha com aplicativo sabe como é difícil chegar ao sistema financeiro apresentando uma renda variável e pedir crédito com juros mais razoáveis. Muitas vezes, o resultado é continuar trabalhando com o veículo antigo, que consome mais combustível, exige mais manutenção, oferece menos segurança e compromete uma parcela cada vez maior da renda do trabalhador — ressaltou.
Sustentabilidade
Leila disse que os efeitos da MP vão além da concessão de crédito e envolvem geração de renda, mobilidade urbana, segurança no trânsito e desenvolvimento industrial sustentável.
Isso acontece, segundo ela, porque a medida provisória estimula o uso de veículos que atendem a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica.
— Ao incentivar a renovação da frota e criar condições para a ampliação da infraestrutura de recarga e troca de baterias, por exemplo, estamos também preparando nossas cidades para a transição para uma mobilidade de baixo carbono — argumentou.
Tramitação
A senadora prometeu diálogo e agilidade na análise da MP. Segundo ela, a comissão ouvirá os setores envolvidos (por meio de audiências públicas, por exemplo) e analisará possíveis mudanças no texto.
— Como presidente desta comissão, vou trabalhar para que possamos analisar essa medida provisória com responsabilidade, ouvir os setores envolvidos, incentivar o aperfeiçoamento do texto, caso necessário, e construir as condições necessárias para a sua aprovação pelo Congresso Nacional — salientou.
Já foram oferecidas até agora 14 emendas ao texto. Após a análise da comissão, a medida provisória ainda terá de passar por votação, respectivamente, nos Plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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