DISPUTA ALENCASTRO

BOTELHO NÃO CRÊ EM IMPOSIÇÃO E NEGA DEBANDADA DE ALIADOS APÓS DEFINIÇÃO DE SEU VICE

A questão da escolha do vice na possível chapa já vem causando rusgas entre os partidos que estão no arco de aliança de Botelho

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O pré-candidato a prefeito de Cuiabá e presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), não acredita de que haverá a debandada em série de aliados depois da definição de vice no seu projeto para as eleições municipais deste ano.

O chefe da casa de leis de Mato Grosso chegou a comentar de que todos os partidos que fazem parte do seu arco de aliança sabem que a intenção do União Brasil é construir uma candidatura que apresente uma proposta de reconstrução da cidade e, por isso, entendem que a união de todos é necessária.
“Ninguém vai abandonar por questão de vice, não acredito que vá tomar uma posição radical dessa, por conta de não ser escolhido o vice deles, ninguém faz política com imposição, a política tem que ser de construção, de convencimento, de companheirismo e sempre focado no objetivo que é reconstruir Cuiabá, que é melhorar a saúde, educação, às ruas de Cuiabá, é focado nisso”, disse.
A questão da escolha do vice na possível chapa já vem causando rusgas entre os partidos que estão no arco de aliança de Botelho. Partidos, como o PP, PRD e Republicanos, não abrem mão de fazer a indicação, o que tem provocado um estresse desnecessário no grupo.
Republicanos não aceita que o PRD, que nasceu entre a fusão do Patriotas e PTB, seja escolhido para ocupar a vaga. Lideranças alegam que a legenda comandada pelo ex-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho, não tem a capilaridade necessária na capital para puxar votos, além de não terem tempo de TV e rádio, diferente do Republicanos que chegou a ameaçar abandonar o barco caso isso ocorra.
Para a vaga, o partido aposta no médico Marcelo Sandrin, que faz parte da equipe que trabalha na elaboração do plano de governo de Botelho. O PRD anunciou o ex-secretário adjunto de Turismo do estado, Felipe Wellaton, como opção à vaga. O PP aposta na mãe do presidente estadual do partido, Paulo Araújo, a professora Rose Araújo, o PSB no empresário Elson Ramos, Podemos no vereador por Cuiabá Kássio Coelho e a Federação PSDB/Cidadania apresentou os nomes da ex-vereadora Maria Avallone, esposa do presidente estadual da sigla, Carlos Avallone (PSDB), e o ex-secretário de Educação, Marco Marrafon, respectivamente.

 

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Projeto permite que cooperativas de energia ampliem área de atuação

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O Projeto de Lei 367/26 permite que cooperativas que atuem como autorizadas na distribuição de energia elétrica solicitem à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a mudança para a categoria de permissionárias de serviço público. A alteração poderá ampliar a área e o tipo de consumidores atendidos por essas cooperativas. A proposta está em análise na Câmara dos Deputados.

Hoje, as cooperativas sob o regime de autorizadas atendem consumidores em áreas rurais e não podem expandir sua atuação para áreas urbanas, mesmo quando essas regiões crescem e passam por mudanças econômicas e populacionais.

O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), afirma que as restrições atuais de operação “não condizem com a realidade das regiões atendidas”, pois impedem que as cooperativas acompanhem o crescimento de sua área de atuação e comprometem a sustentabilidade do modelo cooperativista.

Segundo o deputado, a mudança também permitirá tratamento regulatório mais equilibrado entre cooperativas que exercem funções semelhantes no setor elétrico, mantendo a competência da Aneel para avaliar cada pedido.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Minas e Energia; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Emanuelle Brasil
Edição – Roberto Seabra



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