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BOTELHO DISPARA QUE ATAQUES COVARDES E MENTIROSOS DAS FAKE NEWS SERÃO TODOS JUDICIALIZADOS: “NÃO TENHO TEMPO PARA CONVERSA FIADA”

Temos que arrumar Cuiabá. Eu não tenho tempo para ficar respondendo conversinha fiada

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O pré-candidato a prefeito de Cuiabá, Eduardo Botelho (UNIAO), declarou abertamente, nesta quarta-feira (27), de que ataques “covardes e mentirosos” que vem sofrendo seguidamente, serão todos judicializados. Apesar de não citar o nome do deputado federal de Abílio Brunini (PL), a quem Botelho deve enfrentar nas urnas, em outubro, pelo comando da capital, o presidente da Assembleia aconselhou candidatos a “andar em cima de propostas e verdades”.

Botelho afirmou que “Não vou ficar respondendo adversário, apenas sobre tapa-buraco, Operação tapa-buraco, tem que procurar prefeitura. Mauro Mendes usava 600 toneladas para tapar buraco, atualmente a prefeitura usa 60 toneladas. Essa é a resposta”, explicou.

“Em relação às críticas e ataques, eu não tenho tempo para isso. Temos que arrumar Cuiabá. Eu não tenho tempo para ficar respondendo conversinha fiada. Os ataques covardes e mentirosos serão respondidos pela Justiça”, criticou o deputado do União.
Botelho ainda lembrou que o TSE determinou que mentiras e fake news devam ser combatidas. E reforçou aos candidatos ao pleito que concentrem suas campanhas em propostas para a população.
O deputado Abílio Brunini sofreu revés na Justiça por espalhar fake news relacionadas a Botelho. Na ocasião, a Justiça determinou que o aplicativo X, antigo Twitter, removesse três links de conteúdos postados por Brunini. A justiça deu o prazo de 24 horas para Brunini cumprir a decisão, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, em caso de descumprimento.
O aplicativo X também foi notificado que, em caso de descumprir a decisão, terá de pagar uma multa diária de R$ 30 mil.

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Medida provisória abre novo crédito orçamentário para ressarcir descontos indevidos em benefícios do INSS

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O Congresso Nacional analisa medida provisória (MP 1378/26) que abre crédito extraordinário de R$ 547 milhões no Orçamento para ressarcir aposentados e pensionistas do INSS que sofreram descontos associativos irregulares.

O governo já havia editado uma MP com crédito de R$ 3,3 bilhões para esse pagamento em julho de 2025, após entendimento firmado com o Supremo Tribunal Federal (STF).

Depois disso, no entanto, a Corte decidiu que, nos casos em que segurados contestarem as respostas das entidades associativas, o pagamento deverá ser realizado mesmo que não sejam cumpridas etapas prévias previstas no acordo.

O STF também assegurou que a adesão ao acordo não impede o ajuizamento de ações judiciais contra a União e o INSS quando o pagamento não ocorrer administrativamente.

O prazo para a adesão ao ressarcimento administrativo acabou no dia 20 de junho de 2026.

Próximos passos
A MP 1378/26 tem validade imediata, mas precisa ser aprovada no Congresso Nacional para virar lei.

O texto será analisado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) e, em seguida, pelos plenários da Câmara e do Senado.

Reportagem – Silvia Mugnatto
Edição – Marcelo Oliveira



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