Lei Seca

Quatro motoristas são presos por embriaguez ao volante neste domingo em Cuiabá

Ao todo, a 56ª edição da operação fiscalizou 134 veículos, realizando o mesmo quantitativo de testes de alcoolemia.

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Polícia

Foto por: GGI/Sesp

Quatro motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a Operação Lei Seca, realizada neste domingo (17.10) no Km 05 da Rodovia MT-040 (Palmiro Paes de Barros), que liga Cuiabá a Santo Antônio de Leverger. Além das quatro prisões, 16 pessoas foram flagradas dirigindo sem possuir habilitação.

Ao todo, a 56ª edição da operação fiscalizou 134 veículos, realizando o mesmo quantitativo de testes de alcoolemia. Na ocasião, três motoristas foram autuados por se recusarem a fazer o teste de alcoolemia.

Foram lavrados um total de 85 Autos de Infração de Trânsito (AITs), entre eles: 16 por conduzir veículo sob efeito de álcool, 31 por dirigir veículo sem registro ou não licenciado. Além de 15 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO) lavrados para condutores que dirigiam sem possuir habilitação, uma pessoa também teve um TCO lavrado por desacato a autoridade.

Dos 134 veículos fiscalizados, 56 foram autuados. Além disso, a operação removeu 47 veículos por irregularidades, sendo 40 carros e sete motocicletas. Um total de 15 documentos foram recolhidos, sendo 11 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e quatro Comprovantes de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV).

A Lei Seca é uma operação integrada, coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). Nessa edição contou com a participação da Polícia Militar (PM-MT), por meio do Batalhão de Trânsito (BPMTRAN); Polícia Judiciária Civil (PJC-MT), por meio da Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran); Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT); da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) e do Serviço de Operações Especiais (SOE) do Sistema Penitenciário.

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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