operação "Bilanz"

Unimed Cuiabá: atual gestão firma acordo com MPF para facilitar investigação

A Operação “Bilanz” continua em andamento, com expectativa de novos desdobramentos, incluindo possíveis denúncias contra ex-diretores e funcionários envolvidos nas fraudes contábeis e desvios patrimoniais

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Polícia

reprodução o mato grosso

A atual diretoria da Unimed Cuiabá firmou um acordo de leniência ( acordo de leniência é um instrumento usado para esclarecer fatos, identificar outros envolvidos e reparar danos causados) com o Ministério Público Federal (MPF) para   fornecer todas as  informações  necessárias para o desdobramento  da  operação da Polícia Federal deflagrada  e MPF nesta quarta-feira (30), contra antigos gestores da empresa.

Conforme o MPF, o acordo foi assinado em 22 de abril deste ano e homologado pela 5ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF no dia 6 de junho. A medida foi tomada após investigações identificarem possíveis obstáculos à fiscalização da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), incluindo a apresentação de informações econômico-financeiras com graves irregularidades.

Os alvos confirmados até o momento são Rubens Carlos de Oliveira Júnior, ex-presidente do Conselho de Administração; Eroaldo Olivera, ex-CEO; Suzana Palma, ex-diretora financeira; Jaqueline Larrea, ex-assessora jurídica; Ana Paula Parizotto, ex-superindente financeira; e Tatiana Bassan, ex-chefe do Núcleo de Monitoramento de Normas.

No documento, a Unimed Cuiabá reconhece a sua participação em práticas irregulares e se compromete a pagar multa de R$ 412.224,70 ao Fundo de Direitos Difusos e Coletivos, implementar um programa de compliance de padrão internacional e cooperar plenamente com as autoridades.

Em contrapartida, o MPF não oferecerá denúncias contra a empresa pelos crimes supostamente praticados pela gestão que comandou o plano de saúde entre 2019 e 2023, desde que as condições do acordo sejam cumpridas. Já esses ex-gestores não estão livres de serem processados, tanto que foram alvos da operação, denunciados pelo MPF e se tornaram réus.

 “Este acordo representa um passo importante na promoção da transparência e integridade no setor de saúde suplementar. A cooperação da Unimed Cuiabá demonstra um compromisso com a correção de práticas irregulares e colaboração com a Justiça”, disse o procurador responsável pelo caso, Pedro Pouchain.

As irregularidades investigadas contra ex-gestores da Unimed Cuiabá incluem a omissão intencional de passivos e a inclusão indevida de ativos, que teriam distorcido as demonstrações contábeis da operadora.

A Operação “Bilanz” continua em andamento, com expectativa de novos desdobramentos, incluindo possíveis denúncias contra ex-diretores e funcionários envolvidos nas fraudes contábeis e desvios patrimoniais.

 Os alvos confirmados até o momento são Rubens Carlos de Oliveira Júnior, ex-presidente do Conselho de Administração; Eroaldo Olivera, ex-CEO; Suzana Palma, ex-diretora financeira; Jaqueline Larrea, ex-assessora jurídica; Ana Paula Parizotto, ex-superindente financeira; e Tatiana Bassan, ex-chefe do Núcleo de Monitoramento de Normas.

No documento, a Unimed Cuiabá reconhece a sua participação em práticas irregulares e se compromete a pagar multa de R$ 412.224,70 ao Fundo de Direitos Difusos e Coletivos, implementar um programa de compliance de padrão internacional e cooperar plenamente com as autoridades.

Em contrapartida, o MPF não oferecerá denúncias contra a empresa pelos crimes supostamente praticados pela gestão que comandou o plano de saúde entre 2019 e 2023, desde que as condições do acordo sejam cumpridas. Já esses ex-gestores não estão livres de serem processados, tanto que foram alvos da operação, denunciados pelo MPF e se tornaram réus.

A Operação Bilanz continua em andamento, com expectativa de novos desdobramentos, incluindo possíveis denúncias contra ex-diretores e funcionários envolvidos nas fraudes contábeis e desvios patrimoniais.

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Polícia Civil apreende caixas de cigarros contrabandeados em Rondonópolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa do município Rondonópolis, prendeu na terça-feira (12.05), um homem de 26 anos pelo crime de contrabando. A ação foi realizada no bairro Jardim Magnólia, em Rondonópolis.

A prisão é resultado de um trabalho investigativo e de inteligência desenvolvido pelos policiais civis, após informações de uma residência utilizada por integrantes de facção criminosa como depósito clandestino de materiais ilícitos.

Com base nas suspeitas a equipe passou a monitorar o local. O trabalho investigativo perdurou por aproximadamente dois meses, e nesse período foi constatado que o imóvel não possuía características de casa habitada, sendo usado exclusivamente para armazenamentos e esconderijos.

As diligências também identificaram que o imóvel não possuía fornecimento regular de água nem sinais de utilização residencial, reforçando a constatação de que funcionava exclusivamente como depósito clandestino.

Na terça-feira (12), foi visualizado o momento em que uma VW Saveiro deixa o endereço, o qual foi abordado pelos investigadores e na carroceria do veículo foram encontradas diversas caixas de cigarros de contrabandeados.

Na ocasião, o condutor veículo confirmou que havia mais produtos armazenados no interior da residência vigiada.

Diante das informações, os policiais civis adentraram no imóvel e localizaram 246 caixas fechadas contendo pacotes de cigarros contrabandeados, além de 252 pacotes de maços avulsos já fracionados para comercialização.

Após o flagrante o veículo utilizado no transporte, toda a mercadoria ilegal, e o suspeito foram encaminhados à Polícia Federal, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante e adotadas as providências cabíveis.

A Polícia Civil reforça que ações de inteligência e investigação seguem sendo fundamentais no enfrentamento à criminalidade.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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