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Três homens são presos pela PM suspeitos por roubos e furtos em Rondonópolis

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Equipes militares do 4º Comando Regional prenderam, nesta sexta-feira (15.5), três homens suspeitos de furto, ameaça e porte ilegal de arma de fogo, em Rondonópolis (220 km de Cuiabá). Na ação, foram apreendidos um simulacro de arma de fogo e diversos produtos de origem ilícita.

Durante desdobramento da Operação Tolerância Zero, os policiais militares do 5º Batalhão receberam denúncia de um roubo em uma loja na região central da cidade. Na ocasião, um dos suspeitos pediu para ver um videogame e, em seguida, tomou o produto das mãos do funcionário e fugiu em um carro modelo Voyage, que dava apoio à ação.

Durante buscas pela região do Parque Universitário, os militares localizaram o veículo utilizado na fuga estacionado em frente a uma residência. Ao perceberem a presença da polícia, os suspeitos tentaram fugir, sendo detidos em seguida.

Dentro da casa, os policiais encontraram o videogame roubado, um simulacro de arma de fogo, uma munição de calibre 7.62, além de diversos objetos sem comprovação de origem. Também foram apreendidos cerca de 15 quilos de carne com etiquetas de supermercado, produto que os suspeitos confessaram ter furtado no mesmo dia.

Ainda durante a abordagem, dois suspeitos quebraram os próprios aparelhos celulares.

Os militares apreenderam ainda uma motocicleta sem placa e identificaram que o veículo pode ter sido utilizado em outras ações criminais em estabelecimentos comerciais.

Um dos suspeitos tentou pegar a arma de um policial durante a checagem e fez ameaças contra a equipe. Ambos envolvidos possui passagem por furto.

Os suspeitos foram encaminhados à delegacia para registro da ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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