Polícia
Rotam prende dupla por roubo de celulares e apreende simulacros de arma de fogo
Polícia
Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam dois homens, de 20 e 30 anos, por roubo de celulares, na noite desta segunda-feira (25.5), em Cuiabá. Com a dupla, foram apreendidos dois simulacros de arma de fogo, rádios comunicadores e um drone.
De acordo com as informações da ocorrência, os suspeitos foram localizados após a equipe da Rotam receber denúncias sobre golpistas que estavam roubando celulares que eram anunciados para vendas.
Segundo um dos denunciantes, na sexta-feira (22), a vítima foi negociar a venda de celular e, ao se encontrar para entregar o aparelho para o suposto comprador, foi rendida por dois criminosos que anunciaram o roubo e fugiram levando o aparelho.
Ainda na denúncia, a vítima afirmou que um conhecido dela, que também estava vendendo um celular, recebeu contatos dos mesmos golpistas e resolveu acionar a polícia, entrando em contato com a Rotam, já sabendo da atitude suspeita da dupla.
Com as informações do local e características dos suspeitos, os policiais seguiram ao endereço e abordaram os dois homens, que estavam em uma esquina. Com eles, foram encontrados dois simulacros de arma de fogo, tocas do tipo balaclava e a quantia de R$ 175,00 em dinheiro.
Eles foram questionados sobre o roubo do celular e confessaram o crime, afirmando que entregaram o aparelho para uma terceira pessoa envolvida no delito, que não foi localizada. Os suspeitos também levaram os militares até uma residência onde outros objetos ilícitos foram entregues, como três rádios comunicadores, celulares e um drone.
Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá para registro da ocorrência e demais providências.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
Polícia
Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
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