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Polícia Civil prende suspeitos por tráfico de drogas, associação criminosa e porte ilegal de arma de fogo em Guarantã do Norte

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A Polícia Civil prendeu em flagrante dois homens, de 19 e 38 anos, suspeitos de tráfico de drogas, associação para o tráfico, desobediência e porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. A ação ocorreu na terça-feira (7.4), em Guarantã do Norte, durante investigação sobre a venda de drogas no município.

As apurações apontaram que um imóvel estava sendo usado como ponto de comercialização de entorpecentes. A suspeita surgiu a partir de informações reunidas ao longo de investigações anteriores e de dados levantados pela equipe responsável pelo caso.

Durante o monitoramento do local, foi observado um grande movimento de pessoas. Elas chegavam, permaneciam por pouco tempo, faziam pagamentos pelo celular, recebiam pequenos pacotes e saíam rapidamente, comportamento típico da venda de drogas.

À tarde, um dos suspeitos saiu do imóvel em uma motocicleta e seguiu em direção ao bairro Aeroporto. Diante da suspeita, ele passou a ser acompanhado pela polícia. Durante o trajeto, demonstrou nervosismo e olhava para trás com frequência.

Quando recebeu ordem de parada, o suspeito não obedeceu e tentou fugir, mas foi alcançado.

A ação terminou com a prisão dos dois envolvidos. Também foram apreendidos drogas, uma arma de fogo de uso restrito e outros materiais relacionados à atividade criminosa.

Os suspeitos foram levados à delegacia e devem responder pelos crimes identificados durante a investigação.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil

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A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.

A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.

Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.

Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.

Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.

O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.

Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.

Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.



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