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Polícia Civil prende membro de facção flagrado com drogas em Rondonópolis
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A Polícia Civil prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (04.02), um homem, de 43 anos, apontado como membro de uma facção criminosa, flagrado com drogas durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa dele, no bairro Dona Neuma, em Rondonópolis.
O mandado de busca e apreensão foi expedido pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias da Comarca de Cuiabá e teve como objetivo complementar investigações em andamento relacionadas ao crime de tráfico de drogas, conduzidas pela Delegacia Especializada em Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.
No momento da chegada da equipe policial, o suspeito estava saindo da residência, sendo abordado ainda no portão. Ele acompanhou todo o trabalho de busca realizado pelos policiais civis.
No interior do imóvel, foram apreendidos R$ 410,00 em espécie, uma balança de precisão, um aparelho celular, um objeto cortante, além de uma porção de entorpecente pronta para a venda e outra porção maior de pasta base de cocaína. Também foram localizadas duas camisetas idênticas com inscrições associadas a uma facção criminosa, contendo referência ao apelido do suspeito.
“Em operações de combate ao crime organizado, tem sido recorrente a apreensão de vestimentas utilizadas por integrantes de facções criminosas, as quais costumam indicar áreas de atuação ou domínio territorial dos investigados”, disse a delegada Anna Paula Marien.
Segundo a delegada, o suspeito preso possui passagens criminais por tráfico de drogas e latrocínio. As investigações também indicaram que ele vinha utilizando a modalidade conhecida como “tráfico delivery” para a comercialização de entorpecentes, mesmo estando sob monitoramento por tornozeleira eletrônica.
Diante dos fatos, o suspeito foi encaminhado à unidade policial e apresentado à delegada para a adoção das providências legais cabíveis.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
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