Polícia
Polícia Civil prende em Confresa suspeito ligado ao caso de sequestro e morte de adolescente em Santa Catarina
Polícia
A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu, na noite dessa quarta-feira (8.7), em Confresa, um mandado de prisão contra um homem de 28 anos, investigado por envolvimento no sequestro e morte de uma adolescente de 17 anos, ocorrido no município de Maravilha, em Santa Catarina.
O caso ganhou repercussão nacional após a vítima ser retirada de sua residência e encontrada morta em uma área de mata em Nova Erechim (SC) três dias depois, com ferimentos de disparos de arma de fogo.
Duas pessoas foram presas em flagrante em Santa Catarina por envolvimento no crime. Um terceiro suspeito fugiu para o Pará e utilizava um ônibus que passaria por Confresa. Diante da informação, equipes da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá e da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Confresa foram mobilizadas para realizar a prisão.
Por volta das 22h30, os policiais civis abordaram o ônibus na BR-158, próximo a um restaurante, durante uma parada para jantar, e prenderam o suspeito que estava no veículo.
A equipe da Derf Confresa cumpriu o mandado de prisão e o encaminhou para a delegacia, onde ele ficou à disposição do Poder Judiciário do Estado de Santa Catarina.
Fonte: Policia Civil MT – MT
Polícia
Após veto de Toffoli, YouTube e Instagram derrubam contas de Renan Santos no Brasil
A campanha presidencial de Renan Santos (Missão) sofreu um novo impacto nesta segunda-feira (31). Horas depois de o ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar restrições à candidatura, as contas do candidato no YouTube e no Instagram foram derrubadas no Brasil.
A suspensão dos perfis ocorre no mesmo dia em que Toffoli decidiu interromper parte das atividades da campanha de Renan, proibindo a realização de propaganda eleitoral digital, a participação em debates e entrevistas e também suspendendo o recebimento e uso de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).
A decisão do ministro está relacionada à forma como os perfis utilizados pela candidatura foram informados à Justiça Eleitoral. Segundo Toffoli, Renan e seu candidato a vice, Aroldo Medina, comunicaram inicialmente apenas parte dos canais utilizados na campanha e outros perfis foram incluídos posteriormente, fora do prazo previsto.
Para o ministro, a situação pode ter comprometido a igualdade entre os candidatos, já que as regras eleitorais estabelecem restrições à recomendação algorítmica de conteúdos de perfis oficiais durante o período de campanha. A suspeita é de que contas não registradas tenham continuado a alcançar usuários enquanto outros candidatos estavam sujeitos às limitações impostas pelas plataformas.
Com a decisão, Renan ficou impedido de utilizar os canais digitais abrangidos pela determinação judicial para propaganda eleitoral. A medida também o proibiu temporariamente de participar de debates em rádio, televisão, podcasts e outros meios de comunicação, além de bloquear o acesso aos recursos do Fundo Eleitoral.
Na noite de segunda-feira, a situação ganhou um novo capítulo. A própria equipe do candidato informou que o canal de Renan no YouTube e seu perfil no Instagram passaram a ficar indisponíveis para acesso no Brasil. Ao tentar acessar as páginas, usuários passaram a encontrar mensagens indicando que os conteúdos não estavam disponíveis.
O episódio representa um duro golpe para uma candidatura cuja estratégia é fortemente baseada justamente na presença digital. O partido Missão é uma legenda de estrutura reduzida e não possui grande espaço nos meios tradicionais de campanha, fazendo das redes sociais uma das principais ferramentas de comunicação com o eleitorado.
Renan reagiu à decisão de Toffoli e classificou a medida como um “absurdo jurídico”. O candidato afirma que pretende recorrer e sustenta que houve problemas no sistema de cadastro dos perfis junto à Justiça Eleitoral.
Enquanto o recurso não é analisado, a candidatura de Renan enfrenta um cenário inédito: com restrições à propaganda digital, sem acesso ao Fundo Eleitoral e fora dos debates, o candidato vê justamente suas principais formas de exposição política ficarem temporariamente bloqueadas.
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