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PMs deverão fazer segurança em unidades de saúde e parques de Cuiabá

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Convênio entre governo e prefeitura deve ser assinado nesta quarta. Projeto Jornada Voluntária deverá ter, inicialmente, 50 policiais militares.

Do G1

Um projeto deverá colocar nas ruas de Cuiabá 50 policiais militares por dia para fazer policiamento fixo nos postos de saúde e parques da cidade. O convênio entre estado e município para a implantação do projeto Jornada Voluntária deve ser assinado no início da noite desta quarta-feira (26), no Parque das Águas.

Os policiais que participarem da proposta vão receber entre R$ 20 e R$ 28 por hora de trabalho, disse a prefeitura. Apesar da assinatura do convênio estar marcada para esta quarta, a prefeitura ainda não divulgou quando esses PMs vão, de fato, iniciar as atividades.

O projeto deve ter, de início, 50 policiais militares fazendo os trabalhos diariamente, mas existe a intenção de que esse número seja ampliado. A prefeitura avalia ainda a possibilidade de fazer escalas específicas para as operações fiscais feitas pela pasta municipal de Ordem Pública.

 
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Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias

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A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.

Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.

O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.

Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.

A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.

As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.

A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.

“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.

Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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