CRIME ORGANIZADO

OPERAÇÃO APITO FINAL: ALVO DO ESQUEMA DE R$65 MILHÕES TEM PRISÃO SUBSTITUÍDA POR TORNEZELEIRA

Operação Apito Final tem como alvo principal Paulo Witer, o WT, apontado como tesoureiro da facção criminosa Comando Vermelho

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Foto PJC-MT

ATUALIZADA ÀS 15h20 – O Tribunal de Justiça (TJMT) substituiu a prisão preventiva de Emilly Vitória Santos Alves por medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica. Ela foi presa no âmbito da Operação Apito Final, responsável por desarticular esquema de lavagem do dinheiro do Comando Vermelho estimado em R$ 65 milhões.

Com tal decisão, ela deverá informar suas atividades à Justiça mensalmente, foi obrigada a manter seu endereço atualizado, não pode sair da comarca sem avisar o juízo, está proibida de manter contato e realizar transações bancárias com o demais investigados, e será monitorada por tornozeleira eletrônica.
Operação Apito Final tem como alvo principal Paulo Witer, o WT, apontado como tesoureiro da facção criminosa Comando Vermelho. Emanuelle afirmou, ao pedir a revogação da prisão, que já prestou os esclarecimentos à autoridade policial, bem como já foi finalizado o caderno inquisitorial e ofertada denúncia.
A Segunda Câmara Criminal, então, acatou os argumentos defensivos e decidiu, em sede de habeas corpus, estabelecer as cautelares alternativas ao cárcere.
A Operação Apito Final desarticulou um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que movimentou R$ 65 milhões em dois anos, capitaneado por WT. O grupo usava casas de luxo, carrões e abriu empresas de fachada, como supermercados em Várzea Grande, para dar ar de legalidade ao montante.
Esta fase da operação já cumpriu 54 mandados judiciais, sendo 25 de prisão e 29 de busca e apreensão; o sequestro de 45 veículos e bloqueio de 25 contas bancárias da organização criminosa, em Cuiabá, Chapada dos Guimarães, São José dos Quatro Marcos e em Maceió (AL).

 

 

 

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“Nós deixamos uma marca”, diz Juca ao relembrar concurso realizado na Câmara de Cuiabá durante sua presidência

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O deputado estadual Juca do Guaraná (psdb) recebeu, nesta quarta-feira (15), em seu gabinete, o presidente do Instituto Nacional de Seleções e Concursos (Instituto Selecon), Rogério Vianna Rangel. Durante o encontro, os dois relembraram a realização do concurso público da Câmara de Cuiabá, promovido durante a gestão de Juca à frente da presidência do Legislativo municipal.

Na ocasião, o deputado destacou a importância do certame para fortalecer o quadro de servidores efetivos da Casa de Leis e ressaltou o legado deixado pela iniciativa.

“Nós deixamos uma marca de ter feito esse concurso para atender a população cuiabana e a Câmara de Cuiabá, que é de todos nós mato-grossenses, o parlamento mais antigo do Centro-Oeste brasileiro”, afirmou Juca.

O concurso público foi realizado para provimento de vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis médio e superior, contemplando funções como técnico legislativo, analista legislativo, controlador interno e contador.

Durante a visita, Rogério Vianna Rangel agradeceu a confiança depositada no Instituto Selecon e destacou a forma como o processo foi conduzido.

“Eu, em nome do Selecon, também agradeço ao deputado porque, de fato, fizemos um concurso histórico, graças à oportunidade que o Juca nos deu para realizarmos esse concurso com qualidade e segurança, mas, acima de tudo, com muita transparência”, declarou o presidente da instituição.

Ao final do encontro, Juca reforçou a importância da valorização do serviço público por meio de concursos realizados com responsabilidade, transparência e igualdade de oportunidades para todos os candidatos.



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