Polícia

Forças de segurança aumentam em 44,6% apreensões de drogas e geram prejuízo de R$ 680 milhões às facções criminosas

Publicado em

Polícia


Dados de apreensões de drogas de 2025, consolidados pelo Observatório de Segurança Pública, mostram que as Forças de Segurança de Mato Grosso apreenderam 44,6% a mais do que no ano anterior e prejuízo à criminalidade estimado foi de R$ 680 milhões. O aumento das apreensões é resultado do trabalho permanente das forças policiais de Mato Grosso, dentro do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas.

De 41,2 toneladas, em 2024, o volume de drogas retiradas de circulação saltou para 59,6 toneladas. Esse aumento representa que, em 2025, 18,4 toneladas a mais foram retiradas de pontos de distribuição e impedidas de chegar ao destino planejado.

Desse total de 59,6 toneladas, 34 foram de maconha, 15,2 de cocaína e 9,3 de pasta base. Em 2024, as apreensões de dividiram em 17,5 toneladas de maconha, 16 de cocaína e 7,6 de pasta base, de acordo com dados do Observatório Estadual de Segurança Pública.

Além do empenho das forças estaduais, Polícias Militar e Civil, e do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), o secretário de Segurança, coronel Roveri, diz que a integração com outras forças, como as Polícias Federal e Rodoviária, contribuiu significativamente para esse aumento tão positivo.

“Esse aumento é realmente significativo. 44,6% não representam apenas que retiramos 18,4 mil quilos a mais das ruas, na comparação com 2025. Significa que a cada dia aumentamos nosso potencial de repressão, descapitalização e enfraquecimento das facções criminosos”, destaca Roveri.

Conforme Roveri, ao atingir diretamente as finanças dos criminosos com apreensões de drogas, também ocorre a prevenção de outras modalidades de crimes decorrentes do tráfico, como roubos e homicídios, ambos em queda no Estado.

“O Governo do Estado reestruturou e modernizou a Segurança Pública com investimentos feitos a partir de 2019. Os resultados atuais, como esse aumento nas apreensões de drogas, e a queda de outros indicadores criminais, de 22% dos homicídios e 18% de roubos, comprovam que a segurança da população está melhor a cada dia”, completa o secretário.

Fonte: PM MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira

Publicados

em


O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.

A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.

Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.

E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.

O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.

Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência

Foto: Helder Faria

Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.

Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.

Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.

Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.

Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia

Fonte: ALMT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA