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Força Tática prende dupla por tráfico e apreende mais de cem porções de drogas em Várzea Grande

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional apreenderam, nesta quinta-feira (12.2), 112 porções de entorpecentes e prenderam dois homens suspeitos por tráfico ilícito de drogas, em duas abordagens, em Várzea Grande.

Durante policiamento tático da Operação Tolerância Zero, os militares identificaram um homem, de 19 anos, entregando algo semelhante a entorpecentes para um motociclista e outro grupo de pessoas, em frente a uma residência, no bairro Jardim das Oliveiras.

Com aproximação dos militares, o piloto saiu em alta velocidade e outras pessoas saíram em direções opostas. Um homem foi detido, tentando fugir para os fundos da casa. Com ele, os policiais localizaram algumas porções de cocaína, uma balança de precisão e R$ 236.

Em buscas pela casa, os policiais militares localizaram outras unidades do mesmo ilícito, somando ao todo, 45 porções. O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Posteriormente, os militares receberam denúncia de que uma casa, no bairro da Manga, era utilizada como local de compra e venda de entorpecentes. Os militares se deslocaram ao endereço e flagraram o homem saindo do local, sendo detido em seguida. Outros dois homens foram vistos saltando o muro do imóvel.

No quintal, os policiais apreenderam 67 porções de maconha, um tablete do mesmo entorpecente e duas balanças de precisão.

O suspeito confessou ter adquirido entorpecentes dos proprietários da casa. Os militares mantêm rondas pela região em busca dos demais indivíduos. O suspeito detido também foi conduzido à delegacia.


Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT



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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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