Um familiar relatou que o nenenzinho nasceu no mês passado, ficou internado. Ele era um bebê grande e aí teve que tirado com 26 semanas de gestação.
Segundo a prima, o bebê foi colocado na incubadora para completar o desenvolvimento. No entanto, a situação tomou um rumo preocupante “e até então, o bebê não foi mais liberado, tanto que ela [a mãe] conseguiu registrar fotos e vídeos, ela fez, né? Porque quando chegava lá, vi algumas coisas erradas, tipo o pezinho queimado, a barriga queimada, entendeu? Nenenzinho machucado, roxo, ela não entendia o que que era.”
A prima relatou que as explicações da equipe médica eram insatisfatorias. “Davam explicação, falavam que eram os procedimentos, mas assim, estava tudo normal, a saturação, os batimentos cardíacos, os sinais vitais estavam tudo certinho.”
O desfecho trágico veio de forma inespricável. “E foi isso aí que aconteceu e ela foi juntando provas porque ela achava muito estranho a questão do bebê ter tantas marcas, porque até então já era para esse bebê ter sido liberado e eles não liberaram. E aí, de repente, já liberaram para o caixão. Só que, assim, sem mais, sem menos, sem explicação.”
Em resposta às acusações, o Hospital Santa Helena emitiu a seguinte nota oficial:
“O Hospital Santa Helena preza pelo cuidado e humanização no atendimento. Ressaltamos que rescindimos o contrato com a UTI Neonatal, contrato esse que já estava vencido. O processo corre em segredo de justiça. Quanto às denúncias nas assistências dos recém-nascidos, o Hospital Santa Helena não pode esclarecer, porque a gestão ainda continua com a empresa Escomed Assistência Médica.”

