CASA INVADIDA

CHACINA EM PEIXOTO: MÃE E FILHO SÃO ACUSADOS DE EXECUTAR 2 E BALEAR PADRE EM FESTA EM MT

Os investigadores foram chamados pela Polícia Militar para comparecer ao local onde havia ocorrido um duplo homicídio…

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Crédito omatogrosso.com

ATUALIZADA ÀS 08h55 – Em mais um crime bárbaro e monstruoso, Pilson Pereira da Silva e Rui Luiz Bogo foram cruelmente EXECUTADOS a tiros, na tarde deste domingo (21), em Peixoto de Azevedo. O padre da cidade, J.R.D.,45, foi baleado e segue sob cuidados médicos e já está fora de risco de vida. O grupo estava em uma confraternização quando 2 criminosos invadiram o local atirando indiscriminadamente. Os criminosos foram identificados como mãe e filho.

Conforme o boletim de ocorrências (BO), os investigadores foram chamados pela Polícia Militar para comparecer ao local onde havia ocorrido um duplo homicídio.

No local citado, os agentes foram informados de que havia duas pessoas mortas na casa e um ferido no hospital.

Testemunhas relataram que no momento dos assassinatos, em que atiradores chegaram e descarregaram a arma contra os convidados, estava acontecendo um aniversário entre familiares e amigos,
Em áudio atribuído ao padre é relatado que todos correram ao ver os invasores. O religioso se refugiou atrás de um sofá e um dos tiros passou pela proteção. A bala “ricocheteou” ao acertar o relógio que ele usava.

“Fui salvo primeiramente pela vontade de Deus. Ele ricocheteou no relógio e foi o que me salvou, senão tinha me matado”, narrou.

Já nas imagens do circuito de segurança da casa, toda a ação criminosa foi registrada. Ainda não há informações sobre a motivação dos assassinatos. Os suspeitos são Inês Gemilaki e Bruno Gemilaki Dal Poz.

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) foi chamada para realizar os devidos exames no local. A Polícia Civil apura o caso e ninguém foi preso ainda.

A QUALQUER MOMENTO TEREMOS NOVAS INFORMAÇÕES.

 

 

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Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento

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O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.

De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.

Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.

Defesa contesta autuação

A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.

Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.

A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.

O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.

A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.

Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.



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