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Aumento no número de operações da Gepol impulsiona prisões em 2025

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O crescimento no número de operações realizadas pela Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) marcou o comparativo de produtividade entre 2024 e 2025. As ações operacionais realizadas pela unidade tiveram um aumento de 50%, passando de 12 para 18 operações no período analisado.

O incremento refletiu diretamente no número de prisões, que passou de 1.560 para 1.688, representando um crescimento de 8,2%, resultado do fortalecimento das equipes e da intensificação do cumprimento de mandados judiciais.

Segundo a delegada da Gepol-Polinter, Sílvia Maria Pauluzi de Siqueira o avanço está ligado ao reforço do efetivo e ao empenho dos servidores. “Em 2024 contávamos com duas equipes de investigadores para cumprimento de mandados de prisão e, em 2025, passamos a contar com três equipes. Esse reforço policial, aliado ao empenho de todos, resultou no aumento das prisões”, salientou.

Os dados também apontam crescimento de 47,3% nas ordens de serviço, que passaram de 1.207 para 1.779, diretamente relacionado ao aumento de 16,6% nas intimações, reforçando a intensificação das atividades operacionais e administrativas da Polícia Civil.

“Esse outro aumento também está relacionado ao excelente trabalho dos nossos investigadores e escrivães e dos policiais plantonistas, que somaram esforços diários no cotidiano de trabalho para execução dessas ordens”, destacou a delegada.

Gepol-Polinter

A Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) é a divisão da Polícia Civil de Mato Grosso, responsável pelo cumprimento de mandados de prisão, cadastramento, envio e recebimento de cartas precatórias e recambiamentos de presos interestaduais, servindo como órgão de ligação entre as polícias de todos os Estados Brasileiros e do Distrito Federal.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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Tião critica Flávia por dar espaço à esquerda e deixar bolsonaristas de fora

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O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Tião da Zaeli (PL), voltou a criticar a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), por escolhas na composição do secretariado municipal. Segundo ele, a gestora abriu espaço para nomes ligados à esquerda, enquanto apoiadores do bolsonarismo ficaram de fora dos principais cargos da administração.

Ao avaliar a posição de Flávia dentro do Partido Liberal, Tião demonstrou dúvidas sobre a força política da prefeita na sigla. Para ele, a presença de integrantes identificados com a esquerda no primeiro escalão contrasta com o perfil político do partido pelo qual ela foi eleita.

“Acredito que não. Ela apoiou vários políticos de esquerda. Boa parte do seu primeiro escalão são pessoas ligadas à esquerda. O bolsonarista não teve vez no quadro da gestão da prefeita”, afirmou.

O ex-vice-prefeito também citou a Secretaria Municipal de Educação como exemplo do que considera uma contradição na administração. Tião criticou a escolha de uma secretária que identifica como ligada ao PT e disse que a decisão causa desconforto entre apoiadores do PL.

“Deixou bastante desconfortável uma prefeita que foi eleita pelo PL ter como secretária de Educação uma pessoa do PT”, declarou.

As críticas ocorrem após o rompimento político entre Tião e Flávia. Os dois foram eleitos juntos em 2024, mas a relação se deteriorou durante a gestão municipal. O afastamento culminou na renúncia de Tião ao cargo de vice-prefeito, em março deste ano, e desde então os antigos aliados têm protagonizado divergências públicas.

 



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