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PF empossa novo Superintendente Regional em Santa Catarina

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Florianópolis/SC. A Polícia Federal realiza, na próxima quinta-feira (22/1), a solenidade de posse do Delegado de Polícia Federal Edson Geraldo de Souza no cargo de Superintendente Regional da instituição no estado de Santa Catarina.

A cerimônia está marcada para às 10h30, no auditório da Superintendência, localizado na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, nº 4744, bairro Agronômica.

Presenças confirmadas do Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e da Corregedora Geral da Polícia Federal, Aletea Vega Marona Kunde, que exerceu por mais de dois anos e meio a função de Superintendente Regional da PF em Santa Catarina.

Demais autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de representantes das forças de segurança pública, também estarão presentes no evento.

O novo superintendente assume o cargo com o compromisso de fortalecer as diretrizes estratégicas da Polícia Federal no estado, com foco no combate ao crime organizado, ocultação de capitais, crimes financeiros, à corrupção, aos crimes ambientais e ao tráfico de drogas e armas, além de aprimorar os serviços de polícia administrativa prestados à população.

Perfil do empossado

O delegado Edson Geraldo de Souza é integrante dos quadros da Polícia Federal desde 2006, tendo atuado anteriormente como chefe das delegacias da Polícia Federal em Ribeirão Preto/SP (entre 2016 e 2019) e em Campinas/SP (entre 2019 e 2025).

Chefiou unidades responsáveis por operações de grande relevância nacional, tais como; a Operação Sevandija, que apontou um rombo milionário aos cofres públicos da Prefeitura de Ribeirão Preto; a Operação Concierge, que desarticulou esquema bilionário de fraudes em transações digitais por “fintechs” não autorizadas pelo Bacen; e a Operação “Follow the Money”, destaque nacional no combate a crimes financeiros e lavagem de dinheiro.

Também foi precursor, junto com a Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção da Polícia Federal (DICOR/PF), na estruturação de um grupo especializado no combate ao crime de roubo de cargas na região de Campinas, que resultou na redução de mais de 25% da incidência desse crime naquele estado; na criação de um grupo integrado de repressão a crimes de tráfico internacional de drogas por meio aeroportuário, resultando na redução de 60% na incidência daquele crime no aeródromo, além da criação de um dos mais reconhecidos grupos de repressão a crimes financeiros no estado de São Paulo.

É graduado em Ciências Jurídicas e Sociais – Direito (1999) pela Universidade de Ribeirão Preto e possui especialização em Liderança de Organizações (2020) pela HEC Paris, na França.

Serviço 

•             Evento: Solenidade de Posse do Superintendente Regional da Polícia Federal em Santa Catarina

•             Data: Quinta-feira, 22 de janeiro de 2026.

•             Horário: 10h30.

•             Local: Auditório da SR/SC – Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, nº 4744, bairro Agronômica.

Credenciamento da Imprensa

Os veículos de comunicação poderão fazer, de preferência até uma hora antes da solenidade, o cadastramento direto na recepção da Superintendência. Aos que já possuem o cadastro, deverão apenas se apresentar na recepção para pegar o cartão de controle e acesso ao auditório.

Comunicação Social da Polícia Federal em Santa Catarina
[email protected]
(48) 3281-6699
(48) 98837-7723
@pfsantacatarina

Fonte: Polícia Federal



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Natasha registra dois boletins de ocorrência contra Maurício após bate-boca em debate

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A disputa entre Natasha Slhessarenko (PSD) e Maurício Coelho (Mobiliza) ganhou um novo capítulo após o primeiro debate entre os candidatos ao Governo de Mato Grosso. A campanha da candidata registrou, nesta terça-feira (1º), dois boletins de ocorrência relacionados ao episódio que terminou em bate-boca entre Maurício e o marido da médica, o médico Roberto Carlos Fraife Barreto.

Um dos boletins foi registrado em nome de Natasha e trata de uma suposta ameaça. Segundo a versão apresentada pela campanha, Maurício teria procurado o marqueteiro Lucas Pimenta antes do debate e dito: “Hoje vou trucidar sua candidata”. O caso foi encaminhado à Polícia Civil para apuração.

A acusação é a mesma apresentada anteriormente pela equipe de Natasha para explicar o confronto ocorrido nos bastidores. Segundo a candidata, Roberto teria tomado conhecimento da fala e, durante o intervalo, procurado Maurício apenas para pedir que ele não ameaçasse sua esposa.

“Na hora em que o meu marqueteiro chegou, ele falou para o marqueteiro, bateu no ombro e falou assim: ‘Opa, desculpa, eu vou trucidar a sua candidata’. Só que ele não me contou isso”, relatou Natasha após o debate.

A candidata afirmou ainda que considerou a expressão uma ameaça e disse que pretende levar o caso à Justiça. “Isso não se faz. E eu senti no debate ali ele querendo realmente me trucidar”, declarou.

O segundo boletim foi registrado pelo próprio Roberto Fraife Barreto, marido de Natasha, e envolve acusações de injúria e difamação contra Maurício. Entre as declarações citadas no registro estão as falas do candidato de que não teria medo de “bandido de tipo nenhum” e que não teria medo de “marido agressivo dos outros”.

A versão de Maurício, entretanto, é diferente. O candidato afirma que foi intimidado pelo marido de Natasha por causa das perguntas que fez à adversária durante o debate. Segundo ele, Roberto o teria cumprimentado, puxado e dito: “Esse negócio vai ficar feio”.

Maurício também afirmou que a abordagem teria sido motivada principalmente por questionamentos sobre os R$ 4,5 milhões recebidos pela campanha de Natasha do diretório nacional do PSD e sobre o custo das propostas apresentadas pela candidata. A equipe de Natasha nega que Roberto tenha ameaçado o adversário e sustenta que ele apenas reagiu à suposta ameaça feita contra a esposa.

O episódio acabou sendo registrado em vídeo e mostra uma discussão entre Maurício e Roberto nos bastidores. Nas imagens, Natasha e integrantes da equipe aparecem intervindo para separar os dois.

Com os dois boletins de ocorrência, a polêmica que começou durante o debate deixa os bastidores da campanha e passa oficialmente para a esfera policial e judicial. As duas partes apresentam versões opostas sobre quem iniciou a provocação e se houve ameaça, cabendo agora às autoridades apurar os fatos e avaliar as responsabilidades.



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