Mato Grosso

Veículo roubado é recuperado pela polícia no Altos da Glória

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Mato Grosso

Da Redação

Um veículo GM Onix de cor preta foi recuperado pela Polícia Militar na noite desta quarta-feira (20), o roubo aconteceu na tarde do mesmo dia no Setor 3 do bairro CPA III, além do veículo os bandidos levaram ainda vários pertences das vítimas.

Já no começo da noite uma guarnição do Grupo de Apoio se deparou com o veículo roubado nos fundos do bairro Altos da Glória em Cuiabá, na tentativa de abordagens dos suspeitos foi constatado que um deles estava em posse de uma arma de fogo, de acordo com a polícia o suspeito apontou a referida arma em direção a polícia o que obrigou os policiais a dispararem contra o veículo que estava em fuga.

Após perseguição os suspeitos pararam o veículo e fugiram a pé, os policiais não conseguiram prender os suspeitos já que devido a baixa iluminação do local a visualização ficou comprometida.

Ao ser realizada a revista, foram encontrados no interior do veículo dois capacetes de propriedade dos suspeitos, posteriormente uma informação chegou até os policiais de que um dos bandidos tinha o nome de David e que seria conhecido na região do Altos da Glória como Cocô.

O veículo foi conduzido até a Central de Flagrantes do bairro Verdão onde foi devolvido para o proprietário, a polícia está investigando o caso.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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