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Unemat abre inscrições para Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia

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A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) abre processo seletivo para o Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia, em Cáceres. O edital nº 002/2026 disponibiliza duas vagas para médicos formados em instituições brasileiras ou com diplomas estrangeiros devidamente revalidados.

Inscrições

As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do formulário online disponível no site da Unemat, entre os dias 29 de janeiro e 6 de fevereiro.

Os profissionais selecionados terão uma carga horária semanal de 60 horas, totalizando 8.640 horas ao longo dos três anos de duração do programa. Como contrapartida, os residentes receberão uma bolsa mensal no valor de R$ 4.106,09, financiada pelo Ministério da Saúde.

Seleção

O seletivo será realizado em fase única, no dia 11 de fevereiro, por meio de prova objetiva presencial em Cáceres. O exame terá duração de três horas e consistirá em 50 questões de múltipla escolha abrangendo as cinco grandes áreas: Clínica Médica, Cirurgia Geral; Ginecologia e Obstetrícia; Pediatria; Medicina Preventiva e Social / Saúde Coletiva.

Cronograma e Resultados

A divulgação do resultado final está prevista para o dia 16 de fevereiro. O período de matrícula para a primeira chamada ocorrerá nos dias 17 e 18 de fevereiro, de forma presencial na secretaria da Faculdade de Ciências da Saúde.

As atividades da residência estão programadas para começar no dia 2 de março de 2026.

O edital completo pode ser acessado no link disponível aqui. Outras informações, entrar em contato pelo e-mail [email protected].

Fonte: Governo MT – MT



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Réu é condenado a 40 anos de reclusão por feminicídio

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O Tribunal do Júri de Ribeirão Cascalheira (a 900 km de Cuiabá) condenou, na sexta-feira (2), A.A.F.G. a 40 anos e 10 meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo feminicídio de L.S.S. A acusação foi sustentada em plenário pelo promotor de Justiça Bruno Barros Pereira. O julgamento ocorreu com aplicação da Lei nº 14.994/2024, que elevou as penas para o crime de feminicídio.O Conselho de Sentença reconheceu a autoria e a materialidade do crime, bem como a qualificadora do recurso que dificultou a defesa da vítima. Também foram aplicadas as causas de aumento relacionadas ao emprego de arma de fogo de uso restrito e ao meio cruel utilizado na execução. Na sentença, o juízo negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, manteve a prisão e determinou o início imediato do cumprimento da pena.Para o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, a condenação representa uma resposta firme do Sistema de Justiça a um crime marcado pela violência e pela discriminação de gênero. “Foi um caso emblemático para a região e uma resposta importante para a sociedade diante da gravidade dos fatos”, destacou.Conforme a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o feminicídio foi motivado pelo inconformismo do acusado com o fim do relacionamento extraconjugal mantido com a vítima. Durante o julgamento, o Ministério Público sustentou que o crime ocorreu em um contexto de menosprezo à condição de mulher, permeado por humilhação e sentimento de posse.As investigações apontaram que o réu decidiu matar a vítima horas antes do crime e se dirigiu armado até o local onde ela estava. Antes dos disparos, submeteu a mulher a uma situação degradante. Segundo a acusação, a vítima foi puxada pelos cabelos, obrigada a se ajoelhar e, em seguida, atingida por dois tiros no rosto.Bruno Barros Pereira ressaltou que as provas apresentadas em plenário demonstraram a violência extrema empregada na execução do crime e o desprezo do condenado pela condição feminina. “Os elementos levados ao julgamento evidenciaram a motivação de gênero e a crueldade da conduta, circunstâncias que foram reconhecidas pelos jurados e refletidas na pena aplicada”, afirmou.Processo 1000481-46.2025.8.11.0079.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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