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Três são presos por tráfico de drogas em Várzea Grande

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Da Redação – Jean Borsatti

Na noite desta terça-feira (06), três pessoas foram conduzidas até a Central de Flagrantes de Várzea Grande, acusados de tráfico de drogas e associação ao tráfico de drogas.

De acordo com as informações, uma guarnição do Grupo de Apoio (GAP) do 4ª Batalhão de Polícia Militar (4ªBPM) estava em rondas pelo bairro Parque Del Rey, em Várzea Grande, quando se depararam com o suspeito Elivelton Gomes Assunção da Silva, 22 anos, após checagem foi constatado que o mesmo possuía um mandado de prisão em aberto pelo crime de tráfico de drogas, além disso, junto dele, estava uma pequena porção de substância análoga a pasta base de cocaína.

Ao ser perguntado onde havia comprado o entorpecente, o mesmo afirmou que teria comprado de um homem que estava em uma motocicleta Honda Biz, cor vermelha, no bairro São Simão, também em Várzea Grande. Os policiais então, se deslocaram até o local e na referida rua avistaram o suspeito Valtuil Ferreira Motta, 45 anos, que estava escorado na referida motocicleta. Quando avistou a guarnição, o suspeito se evadiu do local vindo a adentrar em uma residência na esquina da rua, os policiais conseguiram abordar Valtuil, junto dele foram encontradas dez porções de substância análoga a pasta base de cocaína.

Os policiais adentraram na residência e no interior da mesma, encontraram a suspeita Adriana Borges de Mesquita, 36 anos, que já possui inúmeras passagens pela polícia por tráfico de drogas. Após uma varredura na residência foram encontradas outras 71 porções de substância análoga a pasta base, constatado o crime todos foram conduzidos a Central de Flagrantes.

Adriana foi presa pela última vez a menos de um mês, na ocasião a suspeita havia sido presa após ser flagrada com 103 porções de substância análoga a pasta base, além disso, Adriana tinha um mandado de prisão em aberto também por tráfico de drogas.

Leia também: Mulher que usava filhos de 11 e 13 anos para traficar é presa pela polícia em Várzea Grande

Na outra vez que foi presa, Adriana foi acusada de utilizar os filhos, um menino de 10 anos e uma menina de 13 anos, para ajudá-la com o tráfico de drogas, de acordo com a denúncia, quando os usuários iam até a residência para comprar entorpecentes, os filhos iam até o portão entregar a droga.

Agora, Adriana e Elivelton tiveram os mandados de prisão cumpridos, Valtuil irá responder por tráfico de drogas. Os três estão a disposição da justiça para serem tomadas as medidas cabíveis.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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