Mato Grosso
Três são presos com drogas no bairro Marajoara, em Várzea Grande
Mato Grosso
Da Redação
A Polícia Militar (PM) através da Força Tática, prendeu na noite desta segunda-feira (11) no bairro Jardim Eldorado, em Várzea Grande.
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais estavam em rondas pelo bairro quando avistaram os três elementos que estavam em frente a uma quitinete, no momento que eles perceberam a presença dos policiais tentaram se evadir do local.
Os abordaram um dos suspeitos identificados como Michael Franck da Silva Vitório, 42 anos, com o mesmo foi encontrada uma sacola plástica contendo um tablete de substância análoga a maconha. Os policiais continuaram as diligências pelo bairro e conseguiram abordar os outros dois suspeitos que foram identificados como Alyson Honorato da Silva Marques, 30 anos, e Iago Nunes Maia, 26 anos.
Os suspeitos estavam escondidos em um terreno baldio, junto deles foi encontrado outro tablete da mesma substância. Ainda de acordo com o Boletim de Ocorrência, no momento da prisão os suspeitos resistiram e por este motivo foi necessário o uso da força para controlar a situação.
Os três suspeitos foram encaminhados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande onde foi lavrado o boletim de ocorrência, além disso foi realizada a checagem dos suspeitos e constatado que todos possuem passagens criminais, Michael e Iago possuem uma passagem por tráfico, já o suspeito Alyson, possui passagens por homicídio, furto, roubo e receptação.
Os suspeitos foram encaminhados para a Polícia Judiciária Civil (PJC) que tomou todas as medidas cabíveis.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
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