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Três pessoas são presos por torturar mulher com pauladas e facão

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Da Redação 

Dois homens e uma mulher foram presos, no ultimo domingo (25), por envolvimento na tortura de uma jovem, em Barra do Bugres (168km de Cuiabá). O delegado Rodolpho Bandeira confirmou a identidade dos criminosos e representou à Justiça pela prisão deles.

A vítima foi torturada, no dia 16 de janeiro, em uma região de mata, distante da cidade, ela sofreu violentas agressões físicas com pedaços de madeira e facão. Os agressores disseram para a mulher que se tratava de um “salve” a mando de uma facção criminosa.

Após ser espancada pelo grupo, ela foi abandonada desacordada e encontrada por populares no dia seguinte, com o rosto coberto de sangue, um corte profundo na cabeça e hematomas pelo corpo. Acionada, a Polícia Militar encaminhou a mulher para atendimento médico.

A Polícia Civil iniciou as investigações colhendo informações com a vítima. Durante a apuração, os policiais conseguiram identificar três pessoas suspeitas de participarem da tortura.

O primeiro suspeito teve o mandado de prisão cumprido em 24 de fevereiro. Já a segunda suspeita foi localizada em uma residência, apontada como ponto de venda de drogas, no dia 03 de março.

O terceiro suspeito foi localizado pela equipe de investigadores na tarde da última sexta-feira (23) enquanto transitava com seu veículo, o mesmo utilizado pelo grupo no crime.

Os três estão detidos e as investigações continuam para a identificação de demais envolvidos.

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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