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Seciteci abre inscrições para curso gratuito de auxiliar de almoxarifado

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci-MT) lançou o edital de processo seletivo de 150 vagas para o curso de Qualificação Profissional em Auxiliar de Almoxarifado, ofertado na modalidade da Educação à Distância (EAD). As inscrições estão disponíveis no período de 21 a 28 de janeiro, via cadastro gratuito de forma online (clique aqui).

Conforme a publicação, o curso de Qualificação Profissional em Auxiliar de Almoxarifado será ofertado na modalidade EAD, com carga horária de 160 horas e duração de 2 meses, com aulas síncronas e assíncronas.

Para se inscrever é preciso ter concluído o ensino fundamental e ter acesso a internet para acompanhar as aulas. Assim como apresentar dados pessoais para validar a matrícula.

O resultado das inscrições será divulgado no dia 29 de janeiro. Já o período da matrícula será entre 29 de janeiro e 02 de fevereiro. As aulas começam no dia 02 de fevereiro também.

O candidato que identificar que seu nome não consta na Lista de Inscrições Deferidas, ou cujas informações publicadas estejam incorretas no Resultado da Classificação, poderá interpor recurso até o dia 29 de janeiro.

Escola EAD

A Escola EAD da Seciteci é o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) para cursos de qualificação profissional, técnicos e formações continuadas, oferecendo acesso flexível e gratuito, com editais e inscrições abertos para diversas áreas, como auxiliar de almoxarifado e habilidades para o mercado de trabalho, visando qualificar cidadãos e servidores.

Fonte: Governo MT – MT



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Superendividamento compromete dignidade e exige busca precoce por ajuda, alerta juiz em podcast

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Arte com fundo verde traz a foto de um homem sorrindo, de cabelos curtos escuros, vestindo toga de juiz sobre camisa branca e gravata escura, identificado como O avanço do endividamento das famílias brasileiras tem transformado o superendividamento em um dos principais desafios sociais da atualidade. Para orientar a população sobre os direitos previstos na legislação e os caminhos disponíveis para a reorganização financeira, o tema foi destaque da mais recente edição do podcast Explicando Direito, produzido pela Escola Superior da Magistratura (Esmagis-MT), em parceria com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Durante a entrevista, o juiz substituto Danilo Marques Ribeiro Alves explicou que o superendividamento ocorre quando o consumidor perde a capacidade de quitar suas dívidas sem comprometer despesas essenciais para a própria sobrevivência e a de sua família. Segundo o magistrado, o superendividamento consiste na impossibilidade manifesta de o consumidor, pessoa natural e de boa-fé, pagar a totalidade de suas dívidas de consumo.

Essa situação vai além do simples endividamento e passa a existir quando as obrigações financeiras afetam diretamente o chamado mínimo existencial, ou seja, o conjunto de despesas indispensáveis para uma vida digna. “O superendividamento se verifica naquelas hipóteses em que a pessoa acumula tanta dívida que ela não consegue quitá-las, comprometendo o mínimo existencial. São os valores necessários para garantir a própria sobrevivência digna da pessoa e de sua família, como alimentação, conta de luz e conta de água”, ressaltou.

Durante a conversa com a jornalista Elaine Coimbra, da Rádio TJ, o magistrado destacou que a legislação não estabelece um percentual fixo da renda para caracterizar o superendividamento. A avaliação deve considerar a realidade econômica de cada consumidor e o impacto efetivo das dívidas no orçamento familiar.

Outro ponto abordado no episódio foi a relação entre as plataformas de apostas on-line e o crescimento das situações de superendividamento. Para o magistrado, as chamadas ‘bets’ representam um fator de risco por estimularem comportamentos que favorecem a repetição das apostas e o comprometimento progressivo da renda. Alves explicou que as próprias plataformas possuem mecanismos que estimulam a repetição das apostas, e esse ciclo leva ao superendividamento.

Ao orientar consumidores que enfrentam dificuldades financeiras, o juiz ressaltou a importância de verificar, inicialmente, se as dívidas se enquadram nos critérios previstos pela legislação. Ele lembrou que determinadas modalidades, como crédito com garantia real, financiamento

imobiliário, crédito rural e dívidas relacionadas a bens de luxo, não estão abrangidas pelas regras do superendividamento. Para os casos contemplados pela lei, a principal recomendação é a busca pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejuscs), que atuam na construção de acordos entre consumidores e credores. “O Cejusc é uma boa medida, porque é um meio conciliatório que evita a judicialização e busca reorganizar as finanças”, afirmou.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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