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Rotam ministra curso tático-operacional aos militares da Força Tática de Juína

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

 

Polícias militares do Batalhão Rotam estão ministrando curso de Instrução de Manutenção do Conhecimento (IMC) aos policiais do Pelotão Força Tática em Juína (a 735 km de Cuiabá). 

A instrução, que vai até o próximo sábado (02.09), teve início nesta segunda-feira (28.08) e conta com diversas etapas de ensino para todo o efetivo da Força Tática do 8° Comando Regional.

Nesse treinamento os militares aprendem desde o histórico do patrulhamento tático até técnicas de abordagem e controle. Também conhecem a doutrina da Rotam, armamentos e munições utilizadas, entre outras.

Para o coordenador do curso, capitão PM Lomanto, dessa instrução resulta profissionais mais qualificados para prestar melhores serviços e assim garantir maior sensação de segurança para a sociedade.

A instrução ainda será ministrada em outras cidades, como: Água Boa, Sinop, Peixoto de Azevedo, Primavera do Leste, Pontes e Lacerda e Alta Floresta.  

Desde de 2015, com base em um planejamento elaborado pelo Batalhão Rotam, policiais da unidades de Força Tática de todo Mato Grosso têm a oportunidade de atualizar seus conhecimentos tático-operacionais.  

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Júri do caso Zampieri encerra segundo dia com interrogatórios

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O segundo dia de julgamento dos três acusados de participação no homicídio do advogado Roberto Zampieri foi encerrado na noite desta quarta-feira (30), após cerca de dez horas de sessão no Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá. Os trabalhos foram marcados pelos interrogatórios dos réus e pela análise de pedidos apresentados pela defesa.Atuam na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do MPMT. A sessão é presidida pelo juiz José Mauro Nagib Jorge, titular da 11ª Vara Criminal, Justiça Militar e Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá.Durante o interrogatório, Antônio Gomes da Silva confirmou ter recebido uma fotografia de Roberto Zampieri quando ainda estava em Belo Horizonte (MG). Em outro momento, questionado sobre o sentimento após o homicídio, respondeu que foi o de “missão cumprida”.Antônio ainda evitou, em depoimento, comentar sobre eventual participação do Coronel Caçadini e confirmou o envolvimento de Hedilerson.O segundo interrogatório foi o de Hedilerson Fialho Martins Barbosa, que negou participação no homicídio, apesar de reconhecer que a arma utilizada por Antônio era sua. Já o terceiro a ser interrogado foi Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas – coronel Caçadini. Ele confirmou que conheceu Antônio Gomes da Silva em setembro de 2023, quando o contratou para realizar uma reforma em seu escritório.Caçadini ainda relatou manter relação próxima com o empresário Aníbal Manoel Laurindo, apontado nas investigações como um dos mandantes do crime. Conforme afirmou, os dois mantinham conversas frequentes.A defesa de Antônio Gomes da Silva requereu a suspensão do julgamento, com o desmembramento do processo em relação ao acusado e sua submissão a incidente de insanidade mental. Alternativamente, pediu que os jurados fossem chamados a deliberar, em quesitos específicos, sobre eventual inimputabilidade ou semi-imputabilidade do réu. Os promotores de Justiça manifestaram-se contra os pedidos, que foram indeferidos pelo José Mauro Nagib Jorge.O julgamento será retomado na quinta-feira (1º), quando terão início os debates entre acusação e defesa perante o Conselho de Sentença, etapa que antecede a deliberação dos jurados e a definição do veredicto.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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