Mato Grosso

Quadrilha suspeita de vários furtos é presa em Sorriso

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação

 

Após furto em um restaurante na cidade de Sorriso (420 km ao Sul) cinco pessoas foram presas pela Polícia Civil, na noite de sexta-feira (25.05). Os suspeitos foram presos depois que os policiais identificaram pelas imagens Daniel Lucena Mendes, 20, que tem dez passagens policiais e foi reconhecido em quatros casos de furtos. Todos foram autuados por furto e receptação.

O dono do restaurante informou que teve a porta do estabelecimento arrombada e vasculhado todo o interior. Do local foram levados R$ 780, 00, 3 tablets, a gaveta onde estava guardado o dinheiro, um celular e outros pertences.

Em diligências pela cidade, o suspeito Daniel foi localizado em uma comunidade rural conhecida como assentamento Pé no Chão. Ao ser detido, o suspeito confessou a autoria  do furto, sendo localizado em seu quarto um celular furtado da vítima. Ainda em meio aos pertences dele foi encontrado uma porção de cocaína. Os policiais questionaram o suspeito sobre o dinheiro, a qual foi informado que parte estaria com um comparsa e outra usou na compra de entorpecentes. 

Em continuidade ao trabalho, com troca de informações com a Polícia Militar, os policiais prenderam os demais integrantes do bando, sendo eles: Lucas Tomaz da Silva, 20, Francisco Conceição, 30,  Cleiton Silva e Megui Santos (idades não informada), todos suspeitos de furtos em Sorriso e ainda investigados no roubo  cometido em uma residência, ocorrido nesta semana na cidade.

Na abordagem a Francisco Conceição, foi encontrado um relógio oriente, chave de uma motocicleta furtada no dia 24 de maio, R$ 1.565,00. O suspeito, Cleiton Silva  admitiu ter furtado a motocicleta juntamente com Daniel Lucena e esconderam em um matagal, nos fundos de um bairro, local onde a motocicleta foi localizada.

Ainda segundo o levantamento, o suspeito Daniel Lucena também escondeu na casa de João Junior os tablets furtados do restaurante e mais tarde foi na residência buscar. Os aparelhos foram encontrados dentro de uma bolsa escondida em uma matagal. Outros produtos como secador e chapinha de cabelo, semelhantes aos objetos furtados de um salão, estavam na posse de Megui Santos.

A ação contou com apoio da Polícia Militar.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Júri condena trio a mais de 68 anos pela morte de Zampieri

Publicados

em


Após três dias de julgamento e a análise de um processo com mais de 55 mil páginas, o Tribunal do Júri da Comarca de Cuiabá condenou três acusados de serem executores e intermediários da morte do advogado Roberto Zampieri. As penas somadas alcançam 68 anos, 9 meses e 30 dias de reclusão. Antônio Gomes da Silva foi condenado a 21 anos, 10 meses e 15 dias de prisão, Hedilerson Fialho Martins Barbosa a 25 anos de reclusão e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas a 21 anos, 10 meses e 15 dias. A decisão foi proferida às 00h49 da madrugada desta sexta-feira (2), ao término dos debates entre acusação e defesa e da deliberação dos jurados.Atuaram na acusação os promotores de Justiça Samuel Frungilo e Vinícius Gahyva Martins, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), além do assistente de acusação Giovani Santin, vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT).Ao longo de três dias de julgamento, jurados acompanharam depoimentos de testemunhas, interrogatórios dos réus, exposição de provas e sustentações orais das partes.No primeiro dia de julgamento, foram ouvidas seis testemunhas, entre elas os delegados da Polícia Judiciária Civil Nilson André Farias de Oliveira e Edilson Ricardo Pick, responsáveis por etapas da investigação, além do delegado da Polícia Federal Marco Bontempo. Também prestaram depoimento José Marcos Marini, Mariana Costa Pinto e Lucilene Gonçalves da Silva. As oitivas abordaram a dinâmica da execução do crime, o papel atribuído a cada acusado e os elementos reunidos durante a apuração.O segundo dia foi dedicado aos interrogatórios dos réus Antônio Gomes da Silva, Hedilerson Fialho Martins Barbosa e Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas. Já no terceiro dia, acusação e defesa apresentaram seus argumentos finais aos jurados. Durante a réplica, os promotores de Justiça reforçaram provas que, segundo a acusação, demonstraram a participação dos três condenados na execução do homicídio. Entre os elementos destacados esteve o rastreamento da movimentação financeira relacionada ao crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público, ficou comprovado o pagamento de R$ 124.250,00 antes da execução e outros R$ 60 mil após o homicídio. Segundo a acusação, os valores tiveram origem nos recursos pagos pelos apontados mandantes do crime.Também foi destacado durante os debates que, ao longo das investigações, surgiram elementos indicando que Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas teria solicitado valores entre R$ 500 mil e R$ 750 mil para que ele e os demais envolvidos não entregassem os mandantes às autoridades.Ao defender a condenação dos acusados, o promotor de Justiça Samuel Frungilo ressaltou a robustez do conjunto probatório reunido ao longo da investigação e da tramitação processual. “Eu tenho 27 anos de Ministério Público. Eu nunca vi um crime de recompensa e homicídio mercenário com tantas provas”, afirmou aos jurados.O promotor de Justiça Vinícius Gahyva Martins destacou o planejamento empregado para a execução do crime e a gravidade da conduta atribuída aos acusados. “Planejaram e esperaram o melhor momento de vulnerabilidade da vítima para poder retirar o seu bem mais precioso, o direito de viver. O maior roubo que alguém pode sofrer é a interrupção do curso da sua existência”, sustentou.Conforme a denúncia do MPMT, Antônio Gomes da Silva foi apontado como o autor dos disparos que mataram Roberto Zampieri. Hedilerson Fialho Martins Barbosa foi acusado de ter participado da execução do plano criminoso, inclusive com o fornecimento da arma utilizada no crime. Já Etevaldo Luiz Caçadini de Vargas respondeu à acusação de integrar a empreitada criminosa.Ao final do julgamento, o Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese sustentada pelo Ministério Público e reconheceu a responsabilidade dos três réus pelo homicídio de Roberto Zampieri. Os jurados condenaram os acusados e reconheceram todas as qualificadoras apresentadas na denúncia: homicídio cometido mediante paga ou promessa de recompensa, com emprego de recurso que dificultou a defesa da vítima e com utilização de arma de fogo de uso restrito.

Fonte: Ministério Público MT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA