Mato Grosso

Prefeito destaca fomento à economia em meio a pandemia e parabeniza empresa por abertura de filial e geração de 200 empregos

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Da Redação

Empresa está em atividade há 30 anos

O prefeito Emanuel Pinheiro esteve na manhã desta sexta-feira (19), na mais loja do Grupo Beira Rio Material para Construção, empresa em atividade há 30 anos no Estado. Localizada na Avenida República do Líbano, a loja, é a quarta da rede em Cuiabá e a 8ª do Estado.

“Como prefeito da Capital fiz questão de vir aqui primeiro para me solidarizar. Num momento de pandemia, momento de muita tensão e desesperança, a Beira Rio continua avançando e acreditando em Cuiabá, gerando emprego, gerando renda, dando oportunidades e esperanças a nossa população. Então é dessa forma, trabalhando de forma segura, respeitando as medidas de biossegurança, mas não parando a cidade, que Cuiabá vai superar a pandemia e vamos sair muito maiores do que entramos”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

De acordo com o prefeito, empreendimentos como esse ajudam Cuiabá a crescer e se desenvolver economicamente, gerando 200 empregos diretos e mais de 500 de forma indireta. Também presente na visita, o secretário Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Francisco Vuolo, frisou quanto ao potencial da cidade. “O setor da construção civil, mesmo num momento de crise como o que estamos vivendo agora, vem mostrando crescimento em Cuiabá. E a Beira Rio é um empreendimento que sempre acreditou em Cuiabá e continua acreditando, investindo, gerando emprego e renda”, disse ele.

O empresário Luís Augusto Rebouças, um dos proprietários do Grupo Beira Rio, falou sobre o novo empreendimento, que traz a marca do Grupo, a gestão competente e a qualidade de seus profissionais. “Continuamos a acreditar em Mato Grosso e em Cuiabá. Mesmo diante da crise e das incertezas provocadas pela pandemia, estamos investindo, nesse grande potencial com uma visão moderna de gestão e colabores qualificados”, disse ele.

Para garantir a segurança dos funcionários e clientes, a loja adotou todas as medidas de biossegurança, com disponibilização de álcool em gel, todos os funcionários e clientes utilizam máscaras, há controle de acesso e as ilhas de trabalho obedecem distanciamento mínimo entre uma e outra.  

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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