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Prefeito assina Ordem de Serviço para reconstrução e restauração da Casa de Bem-Bem

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A previsão de entrega é de seis meses, com data de início programada já para a próxima semana

O prefeito Emanuel Pinheiro e a secretária municipal Carlina Jacob assinaram nesta terça-feira (13) a Ordem de Serviço nº 001/2021 para reconstrução e restauração do imóvel denominado como Casa de Bem- Bem tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional- IPHAN.

A empresa contratada para execução da obra é a Archaios Engenharia, Consultoria, Projetos e Restauração Ltda.

“Essa obra tem um grande investimento cultural, emocional, humano, social e histórico, pois resgata os valores e os costumes da população cuiabana. Como cuiabano de “tchapa e cruz fico muito orgulhoso em poder dar sequência a esse projeto, que infelizmente com as intempéries da natureza e problemas no passado, a Casa acabou cedendo no período chuvoso”, declarou o prefeito Emanuel Pinheiro.

A Casa de Bem-Bem ficou conhecida pelas grandes festas de santo, sendo uma das mais tradicionais da época. Dona Bem Bem, ou Constança Figueiredo era, dentre os 13 irmãos Novis Figueiredo, a mais popular.  Os festeiros de São Benedito realizavam as festas isoladas em suas residências, com muita fartura.

“É motivo de muita satisfação estar à frente da pasta da Cultura e representar um momento tão importante como esse. É a gestão Emanuel Pinheiro que trabalha para fortalecer e resgatar o patrimônio histórico de Cuiabá”, disse a secretária municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Carlina Jacob.  

A previsão de entrega é de seis meses, com data de início programado já para a próxima semana.

“Com muito prazer e com o espírito da cuiabania, sempre presente nas ações como prefeito da Capital, principalmente quando está em discussão o patrimônio histórico e cultural da nossa cidade. É um caminho sem volta para que o povo cuiabano se reencontre com seu período áureo de muitas alegrias”, concluiu o gestor.  Participaram da reunião o secretário municipal de Governo, Luis Cláudio Sodré e representantes da empresa contratada. 

Durante a primeira etapa de restauração da casa histórica também feita pela empresa Archaios Engenharia, foram realizadas visitas técnicas com objetivo de transparência e educação patrimonial. Os encontros foram realizados às quartas-feiras e aconteciam em quatro etapas: introdução a história da Casa de Bem Bem, esclarecimentos sobre o projeto de restauração e transparência pública, recuperação arqueológica e obras de restauro da Casa. As palestras campais foram ministradas por equipe técnica da Secretaria Municipal de Cultura e Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), composta de arquitetos, arqueólogos e especialista em projetos e execução de restauração de patrimônio histórico.

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Gaeco-MT atua em operação contra esquema milionário no agronegócio

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) participa da Operação Safra Oculta, deflagrada nesta quarta-feira (26) pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) para investigar um esquema interestadual de sonegação fiscal no comércio de grãos. A ação ocorre de forma integrada em Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina e Bahia e apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.Em Mato Grosso, o Gaeco-MT cumpriu mandado de prisão contra um alvo no Estado. Ao todo, foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em municípios dos cinco estados envolvidos na operação.Segundo as investigações, o grupo teria estruturado uma rede de empresas para viabilizar operações de comercialização de grãos e dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis pelos negócios. Entre os investigados estão três contadores apontados como integrantes da estrutura utilizada para manter o esquema.As apurações indicam ainda o uso de empresas chamadas de “noteiras” para emissão de documentos fiscais e formalização de operações comerciais. A estrutura teria permitido a movimentação de grandes volumes financeiros por empresas registradas em nome de terceiros, sem capacidade econômica compatível com os valores movimentados.Duas das principais empresas investigadas acumulam mais de R$ 90 milhões em débitos de ICMS constituídos e não quitados. Uma delas teria movimentado cerca de R$ 200 milhões no período analisado pelos investigadores.Além da sonegação fiscal, a operação busca identificar possíveis práticas de lavagem de dinheiro e organização criminosa, bem como produtores rurais e empresários que possam ter se beneficiado do esquema.A atuação do Gaeco-MT integra uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Goiás, por meio do Gaeco e do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-GO), além dos Gaecos de São Paulo e Santa Catarina, do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público da Bahia, da Secretaria de Estado da Economia de Goiás e das Polícias Civil e Militar goianas. As investigações seguem em andamento.O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e pelo Sistema Socioeducativo.(Com informações do MPGO)
Foto: Imagem ilustrativa.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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