Mato Grosso
Policiais da delegacia Especializada de Trânsito (Deletran) socorrem mãe e filha com carro estragado em Avenida
Mato Grosso
Da Redação
Buscando atender a necessidade do próximo mesmo na correria diária, policiais da Delegacia Especializada de Trânsito (Deletran), que deslocavam para uma ocorrência, pararam as atividades para ajudar mãe e filha que estavam com o carro estragado na Avenida Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA), em Cuiabá.
O fato registrado pelas câmeras do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) que gravou o momento em que os policiais empurravam o veículo para desafogar o trânsito na via.
Na ocasião, o carro estragou no meio da Avenida, parando o trânsito, no momento em que a filha (condutora) levava a mãe em tratamento de câncer ao hospital. Ao ver a senhora passando mal e a filha, com o celular nas mãos sem saber a quem pedir socorro, os policiais pararam a viatura e foram prestar auxílio às duas mulheres.
Os policiais civis, Juliano Perdigão e Herika Kuramoto, lotados na Deletran empurraram o carro para tirá-lo da via e liberar o trânsito na Avenida. Em seguida, mãe e filha foram colocadas na viatura e deixadas pelos investigadores no Hospital do Câncer, onde a senhora pode finalmente ser atendida.
“O olhar de gratidão das duas mulheres, mãe e filha, ao serem deixadas em frente ao Pronto Atendimento, não tem preço. Dois cidadãos gratos por poder ajudar”, disse a policial em rede social.
Para o delegado titular da Deletran, Christian Alessandro Cabral, foi uma atitude altruísta e sincera dos policias que não mediram esforços para ajudar mãe e filha. “É uma atitude que enaltece a imagem da nossa instituição e demonstra a forma humana como a Polícia Civil vem atuando”, disse o delegado.
Mato Grosso
TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%
O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.
A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.
O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.
“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.
A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.
“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.
Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.
O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.
Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.
-
Política6 dias atrásEleições: propaganda eleitoral começa neste domingo
-
Cidades7 dias atrás“Não venham dizer que é eleitoreira”, dispara Wellington sobre operação contra Mauro
-
Polícia3 dias atrásDecisão garante acolhimento de crianças e pensão alimentícia
-
Cidades5 dias atrásEducação de Várzea Grande vai ampliar atendimento aos estudantes com implementação da Política de Educação Integral em Escolas em Tempo Integral
-
Política7 dias atrásMP visa combate à fome de populações afetadas por mudanças climáticas
-
Cidades2 dias atrásPrefeita Flávia Moretti oficializa incentivos fiscais para transformar Várzea Grande em polo logístico internacional por meio do Aeroporto Marechal Rondon
-
Política2 dias atrásSancionada ampliação de produtos em estoque público para alimentação animal
-
Agricultura3 dias atrásInteligência artificial leva dieta sob medida a bois e suínos


Você precisa estar logado para postar um comentário Login