Mato Grosso
Polícia Militar prende quadrilha suspeita por sequestro mediante extorsão em Cáceres
Mato Grosso
Policiais militares do 6º Batalhão prenderam quatro homens, nesta terça-feira (13.1), suspeitos por sequestro mediante extorsão, na zona rural do município de Cáceres (220 km de Cuiabá). Dois homens foram rendidos e forçados a realizar transferências bancárias que totalizaram R$ 218 mil.. As equipes apreenderam um revólver com seis munições e localizaram três veículos utilizados pelos envolvidos.
Durante desdobramento da Operação Resposta Imediata, os policiais militares foram acionados, por uma das vítimas, que relatou ter sido alvo da ação criminosa, durante negociação de compra e venda com corretores de imóveis e supostos compradores de uma propriedade rural, em uma região conhecida como Serra do Boi.
Segundo o relato, criminosos se passaram por compradores, renderam as vítimas na porteira da fazenda e exigiram diversas transferências bancárias via Pix, no entanto, devido a falta de rede, a vítima foi conduzida até a cidade, e posteriormente, para uma agência bancária autorizar três transferências, que somam R$ 128 mil.
Diante da denúncia, equipes da unidade com apoio da Força Tática, Rotam e agências de inteligência intensificaram o policiamento na região e localizaram três homens, em endereços distintos de Cáceres, supostamente envolvidos na ação criminosa. Na ação, as equipes localizaram três veículos, sendo uma Ford Ranger, um Gol e Onix, um galão com combustível, um revólver e outras ferramentas.
Um quarto envolvido foi localizado e preso por policiais militares do 28º Batalhão, em Jaciara. À PM, ele alegou que teria emprestado sua bancária para um dos integrantes da quadrilha. No local, os policiais militares apreenderam diversos pertences de origem ilícita como R$ 512, 15 cartões de banco, três celulares e um notebook.
Os suspeitos e todo material apreendido foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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