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Polícia Militar encerra duas festas com menores no último final de semana

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Da Redação

A Polícia Militar (PM) encerrou uma festa regada a álcool e drogas na madrugada deste domingo (17) em Nova Ubiratã (482 km de Cuiabá).

De acordo com as informações, a PM foi acionada para ir até a Boate Clube Everest, segundo a denúncia, no local havia menores consumindo bebida alcoólica e fazendo uso de entorpecentes.

Os policiais foram até o  local juntamente com a Força Tática da cidade de Sorriso, após abordarem um adolescente de 17 anos que estava com duas porções de substância análoga a maconha e uma de cocaína, mais uma quantidade em dinheiro trocado, os policiais decidiram adentrar na Boate, no local estavam outros  nove adolescentes ingerindo bebida alcoólica.

O Conselho Tutelar foi acionado e após a chegada o proprietário do local que não teve o nome divulgado foi preso e conduzido juntamente com o adolescente no qual foi localizado a pequena quantidade de entorpecente.

A festa
O proprietário do local deverá responder por estar facilitando o comercio de bebidas alcoólicas para menores de idade.
No último sábado (16), a Força Tática, encerrou uma festa no bairro Pedra 90, em Cuiabá. No momento da chegada dos policiais os participantes da festa receberam os policiais com pedradas e garrafadas, além disso, a informação que foi repassada era de que a festa estava sendo organizada por uma facção criminosa e que vários menores estariam fazendo uso de drogas e álcool.

No local dois jovens, um de 22 e outro de 27 anos acabaram presos, além disso foi apreendido um simulacro de arma de fogo, 19 trouxinhas de maconha e 9 porções de cocaína.

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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