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PM forma 26 policiais especializados em patrulhamento tático

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Da Redação

A Polícia Militar realizou a formatura do 7º Curso de Operações Rotam (COR) na quinta-feira (07.11), no Comando Geral da corporação, em Cuiabá. Familiares dos policiais formandos, autoridades militares e civis prestigiaram a cerimônia.

Vinte e seis policiais militares concluíram a especialização em patrulhamento tático. A formação habilita os policiais a atuarem no Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Metropolitana (Rotam) e Força Tática.

O comandante-geral da PM, coronel Jonildo José de Assis, parabenizou os policiais pela conclusão do 7º COR e ressaltou a importância da capacitação, que refletirá em todas as unidades da PM, já que o Batalhão Rotam é o guardião da doutrina do policiamento tático motorizado no Estado.

“Nós buscamos realizar em todas as nossas capacitações respostas técnicas e legais às injustas e covardes agressões à sociedade de bem. Nossa formação é forte, capacitada e técnica, alicerçada em conhecimentos técnicos, resistência física e psicológica. Por isso, formamos em nossas instruções tropas motivadas e extremamente técnicas”, destaca o coronel Assis.

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Com uma carga horária de 750 horas/aula, o curso com duração de três meses foi oferecido pela Diretoria de Ensino, instrução e Pesquisa (Deip) e teve a participação de policiais de unidades da capital e do interior. O comandante do Batalhão Rotam, tenente-coronel Paulo Cesar, destaca que o investimento da Polícia Militar em capacitações resulta em grandes ações de combate a criminalidade.

“Apesar das dificuldades diante do atual cenário econômico do país, a PM está investindo em formação e com o Batalhão Rotam não é diferente. Com nossos policiais especializados, a Rotam, em 2019, apreendeu 93 armas de fogo, 538 kg de entorpecentes, 68 veículos roubados ou furtados foram recuperados e mais de 539 pessoas que infringiram a lei foram conduzidas à delegacia”, explica o tenente-coronel. 

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Primeiro colocado no curso, o tenente Alisson Rocha Brizola, lotado no 1º Batalhão da PM, conta que o COR teve várias etapas, como de sobrevivência, técnicas, teóricas, conhecimentos sobre legislação, além das instruções de tiro e abordagem policial, entre outras.

“É uma grande vitória, tendo em vista todas as dificuldades físicas, psicológicas e provações intelectuais que passamos para concluir esse curso de tão alto nível. Esse conhecimento contribui muito com patrulhamento tático e nos prepara para prestar um melhor serviço à sociedade”, diz o tenente Brizola.  

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Primeiro colocado no 7º COR da Rotam, o 01 do curso, tenente Brizola

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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