Mato Grosso

PM apreende quase meia tonelada de maconha em Cuiabá; quatro foram presos

Publicado em

Mato Grosso

Da Redação.

Após investigações que demandaram semanas, policiais militares conseguiram identificar e prender ontem (9) à tarde os membros de uma quadrilha que traficava maconha em Cuiabá. O flagrante aconteceu no bairro Lagoa Azul, sede das operações ilícitas. Conforme a PM, a maior parte da droga, 449 tabletes de maconha, estava armazenada próximo a um ponto de venda utilizado pelos integrantes do grupo naquela área. Os levantamentos indicaram que eles distribuíam a droga nos bairros adjacentes e à parte deles.

Ao todo, foram apreendidos 412 quilos de maconha, somando-se a meio tablete da erva tóxica que os traficantes esconderam entre as roupas, dentro de máquina de lavar; artifício utilizado sem sucesso para dificultar possíveis buscas da Polícia, já que eles haviam percebido a presença de policiais nas imediações há dias.

Segundo a PM, os trabalhos de investigação tiveram início após populares do Lagoa Azul denunciarem o livre comércio de drogas naquela região, atividade que acontecia há tempos. A partir daí, foi intensificada vigilância contínua no local pela guarnição, sendo identificados e presos nesta terça-feira os responsáveis pela atividade criminosa.

Ao perceber a presença da Polícia no local e intuir que seriam abordados, alguns membros do grupo tentaram se evadir por uma estrada que desemboca numa área rural próxima ao bairro. Nessa tentativa de fuga, saltaram até muro de residência de um dos comparsas do crime de tráfico. Momento em que quatro deles foram alcançados e presos, sendo colocados à disposição da Justiça.

 

 

 

COMENTE ABAIXO:
Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Mato Grosso

Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

Publicados

em


O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA