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Para Max Russi trabalhadores dos serviços essenciais são prioridade na vacinação contra Covid-19

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“Fiz uma indicação mostrando a necessidade de incluir trabalhadores dos serviços essências, no grupo de prioridade de vacinação contra Covid-19”, disse o deputado Max Russi (PSB) durante a sessão ordinária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na última quarta-feira, 10.02.21.

Max defendeu que os trabalhadores mais expostos, tem que entrar no grupo prioritários de vacinação, como os agentes funerários, atendentes de supermercados, farmácias, postos de combustíveis, entre outros.

Foto: G1

“São profissionais que estão totalmente expostos, trabalhando dia e noite, com o contato direto atendendo a população, vejo que precisam receber uma atenção diferenciada”, explicou o deputado.

Foto: Assessoria

O deputado ainda reivindicou ao Governo do Estado, através de Secretaria Estadual de Saúde, que estude a possibilidade dentro das prioridades dos profissionais da saúde e idosos, que inclua esses profissionais dos serviços essências como prioritários, para vacinação.

Para Max, a nota técnica do Ministério da Saúde ficou muito aberta, pontou alguns seguimentos como prioritários, mas não tanto quando os profissionais dos serviços essenciais, que estão mais expostos que boa parte da população.

Atuante desde o princípio da pandemia do Coronavírus em Mato Grosso, o deputado Max tem apresentado trabalhos voltados para tender a população, tanto na prevenção e combate ao contágio do Covid-19, aos paciente infectados e internados nos hospitais, como também, na recuperação econômica, daqueles que foram prejudicados durantes este período.

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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