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Para Max Russi trabalhadores dos serviços essenciais são prioridade na vacinação contra Covid-19

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“Fiz uma indicação mostrando a necessidade de incluir trabalhadores dos serviços essências, no grupo de prioridade de vacinação contra Covid-19”, disse o deputado Max Russi (PSB) durante a sessão ordinária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, na última quarta-feira, 10.02.21.

Max defendeu que os trabalhadores mais expostos, tem que entrar no grupo prioritários de vacinação, como os agentes funerários, atendentes de supermercados, farmácias, postos de combustíveis, entre outros.

Foto: G1

“São profissionais que estão totalmente expostos, trabalhando dia e noite, com o contato direto atendendo a população, vejo que precisam receber uma atenção diferenciada”, explicou o deputado.

Foto: Assessoria

O deputado ainda reivindicou ao Governo do Estado, através de Secretaria Estadual de Saúde, que estude a possibilidade dentro das prioridades dos profissionais da saúde e idosos, que inclua esses profissionais dos serviços essências como prioritários, para vacinação.

Para Max, a nota técnica do Ministério da Saúde ficou muito aberta, pontou alguns seguimentos como prioritários, mas não tanto quando os profissionais dos serviços essenciais, que estão mais expostos que boa parte da população.

Atuante desde o princípio da pandemia do Coronavírus em Mato Grosso, o deputado Max tem apresentado trabalhos voltados para tender a população, tanto na prevenção e combate ao contágio do Covid-19, aos paciente infectados e internados nos hospitais, como também, na recuperação econômica, daqueles que foram prejudicados durantes este período.

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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