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Operação Tempus Aurora II realiza bloqueios e abordagens em Cuiabá

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Da Redação

Na madrugada de sábado e domingo (26 e 27.10) o 1º BPM da Polícia Militar realizou a Operação Tempus Aurora II com bloqueios nas Av. Beira Rio próximo a UNIC, Carmindo de Campos próximo a Av. General Mello e próximo à Av. Miguel Sutil. Foi realizado também abordagens policiais e fiscalizações em estabelecimentos comerciais nas avenidas Jaques Brunini e Beira Rio entre tabacarias, bares e distribuidoras de bebidas com apoio da Secretaria Municipal de Ordem Pública, Juizado da Infância e Juventude e Corpo de Bombeiros Militar. A operação contou com o apoio também da FT do 1º CR, Rotam, BPtran e Esfap.

Da atuação da PMMT resultou em quase 500 pessoas abordadas, mais 560 buscas em veículos, sendo 12 apreendidos, 46 notificações de trânsito, 02 conduzidos por direção sob influência de bebida alcoólica e outro por tráfico de drogas. Os órgãos em apoio realizaram 08 relatórios de fiscalização, 10 notificações, 02 autos de infração e 02 termos de suspensão de atividade sonora.

O Ten Cel PM Guimarães, Cmt do 1º BPM e supervisor da operação avalia que o objetivo da operação foi alcançado … “nossa atuação buscou o enfrentamento de situações como poluição sonora, menores ingerindo bebida alcoólica, infrações de trânsito, furto em veículos entre outras. A presença da Polícia Militar, além de impactar na desordem, levou sensação de segurança para moradores e frequentadores da região”. O Comandante salienta ainda que a operação terá continuidade para manter a segurança e ordem pública no local.

Fonte: PM-MT  /  Fotos: PM-MT

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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