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Live vai reunir profissionais da Educação para discutir os impactos sociais do programa ‘A União Faz a Vida’

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Em Cuiabá, o programa A União Faz a Vida atende 2.300 crianças/estudantes da Educação Infantil ao 6º Ano

Profissionais de seis unidades educacionais da rede pública municipal de Cuiabá participarão nesta quarta-feira (14), às 9 horas, da live nacional do Programa União Faz a Vida. A live que será transmitida no canal do Youtube, do programa, vai apresentar os resultados de um estudo, sobre os impactos sociais do programa.

O Programa A União Faz a Vida, criado em 1995, é executado por meio de uma parceria firmada entre Prefeitura Municipal de Cuiabá, representada pela Secretaria Municipal de Educação e a Cooperativa de Crédito, Poupança e Investimento Ouro Verde do Mato Grosso – Sicredi Ouro Verde.

A coordenadora técnica de Ensino da Secretaria Municipal de Educação, Zileide Lucinda dos Santos contou que o programa  é executado na rede pública municipal de Educação há oito anos, por meio da adesão das unidades educacionais. A escola piloto do programa em Cuiabá foi a EMEB Ten. Octacílio Sebastião da Cruz, localizada no CPA III.

Atualmente seis Escolas Municipais de Educação Básica participam do programa. Ao todo estão envolvidos cerca de 134 professores, 9 Técnicas de Educação Infantil (TDI) e 2.300 crianças/estudantes, da Educação Infantil até o 6º Ano. Além da formação dos profissionais, o programa possui material estruturado para os estudantes e orientação aos pais.

Segundo Zileide dos Santos, as formações possibilitaram aos profissionais da Educação conhecer e vivenciar a Metodologia do Programa A União Faz a Vida, o que permitiu orientar a práxis pedagógica dos educadores nos diferentes ambientes educacionais. “Durante o período em que o programa vem sendo executado na rede, os projetos foram aprimorados, através das habilitações e assessorias pedagógicas. Orientando e acompanhando os trabalhos nas unidades tivemos oportunidade de presenciar como os projetos fizeram a diferença na vida das nossas crianças/estudantes”, destacou Zileide dos Santos. 

A coordenadora de Programa e Projetos , Marcela Rezende Guimarães Martins falou sobre as atividades desenvolvidas pelo programa, as expedições investigativas, onde os estudantes identificaram possíveis problemas no entorno de suas unidades e além delas. “Através do trabalho cooperativo, diálogo, respeito a diversidade, participação e solidariedade, buscaram soluções para melhorá-los e, com a intervenção de seus professores e gestores, foram capazes de transformar os espaços de sala de aula em uma verdadeira Comunidade de Aprendizagem”, destacou Marcela Rezende.

“O programa é desenvolvido dentro dos princípios da cooperação e da cidadania a partir de uma metodologia de ensino que privilegia o empreendedorismo e oportuniza novos projetos e descobertas. Em Cuiabá,  vem transformando a vida de milhares de crianças e adolescentes, educadores e famílias”, disse a secretária adjunta de Educação, Débora Marques Vilar.

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Gaeco-MT atua em operação contra esquema milionário no agronegócio

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O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) participa da Operação Safra Oculta, deflagrada nesta quarta-feira (26) pelo Ministério Público de Goiás (MPGO) para investigar um esquema interestadual de sonegação fiscal no comércio de grãos. A ação ocorre de forma integrada em Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Santa Catarina e Bahia e apura a atuação de uma organização criminosa suspeita de crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio.Em Mato Grosso, o Gaeco-MT cumpriu mandado de prisão contra um alvo no Estado. Ao todo, foram expedidos nove mandados de prisão preventiva e 13 mandados de busca e apreensão em municípios dos cinco estados envolvidos na operação.Segundo as investigações, o grupo teria estruturado uma rede de empresas para viabilizar operações de comercialização de grãos e dificultar a identificação dos verdadeiros responsáveis pelos negócios. Entre os investigados estão três contadores apontados como integrantes da estrutura utilizada para manter o esquema.As apurações indicam ainda o uso de empresas chamadas de “noteiras” para emissão de documentos fiscais e formalização de operações comerciais. A estrutura teria permitido a movimentação de grandes volumes financeiros por empresas registradas em nome de terceiros, sem capacidade econômica compatível com os valores movimentados.Duas das principais empresas investigadas acumulam mais de R$ 90 milhões em débitos de ICMS constituídos e não quitados. Uma delas teria movimentado cerca de R$ 200 milhões no período analisado pelos investigadores.Além da sonegação fiscal, a operação busca identificar possíveis práticas de lavagem de dinheiro e organização criminosa, bem como produtores rurais e empresários que possam ter se beneficiado do esquema.A atuação do Gaeco-MT integra uma força-tarefa formada pelo Ministério Público de Goiás, por meio do Gaeco e do Comitê Interinstitucional de Recuperação de Ativos (Cira-GO), além dos Gaecos de São Paulo e Santa Catarina, do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público da Bahia, da Secretaria de Estado da Economia de Goiás e das Polícias Civil e Militar goianas. As investigações seguem em andamento.O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Mato Grosso é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e pelo Sistema Socioeducativo.(Com informações do MPGO)
Foto: Imagem ilustrativa.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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