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Kalil parabeniza Emanuel Pinheiro pelo Viaduto Murilo Domingos

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Da Redação

Ao se pronunciar ontem (10) na cerimônia de inauguração do Viaduto Murilo Domingos em Cuiabá, o prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, afirmou que esse é mais um empreendimento destacado do prefeito Emanuel Pinheiro. Administrador que, na sua opinião, tem feito brilhante trabalho à frente do Palácio Alencastro. “Eis aqui uma obra que vai ajudar não apenas os cuiabanos, mas também os várzea-grandenses: vai redundar em fluxo ágil de tráfego entre os municípios, cessando com os engarrafamentos comuns no trevo abaixo da Ponte Sérgio Motta com Avenida Beira Rio”.

Kalil ainda salientou que sua presença no evento de inauguração do viaduto se devia a um convite pessoal do prefeito Emanuel Pinheiro, que considera seu amigo pessoal. “Assim, vim prestigiar este evento com muita satisfação. Aliás,  sinto-me igualmente honrado pelo fato de o meu pai [Ernandy Maurício Baracat de Arruda, Nico Baracat] ter sido vice-prefeito de Murilo na Prefeitura de Várzea Grande. Murilo tem serviços prestados como deputado, prefeito; portanto, essa homenagem oficializada no novo viaduto, que recebeu seu nome, é mais do que justa”.

Segundo observações de Kalil, o senador Wellington Fagundes foi feliz ao afirmar que o prefeito Emanuel Pinheiro está fazendo jus à reeleição, dia após dia. “Faço das palavras dele [Wellington] também as minhas, prefeito Emanuel: o senhor tem dado demonstrações inequívocas de competência habilidosa, potencial que trouxe uma série de benefícios a Cuiabá e à sua população. O senhor tem confesso amor pela sua cidade, Cuiabá, e por toda a Baixada Cuiabana. VG faz parte desse abraço amoroso, e isso nos lisonjeia bastante. Considere-nos sempre parceiros pontuais para implementar benefícios que beneficiem os dois municípios”. 

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Wanderley nega manobra e diz que eleição pode ocorrer até dezembro

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O presidente da Câmara Municipal de Várzea Grande, Wanderley Cerqueira (MDB), negou que esteja tentando adiar deliberadamente a eleição da Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. Segundo ele, o Legislativo ainda está dentro do prazo previsto para realizar a votação, que pode ocorrer até 31 de dezembro.

A declaração ocorre em meio à pressão de um grupo de vereadores ligado à prefeita Flávia Moretti (PL), que cobra a convocação de uma nova eleição e acusa Wanderley de postergar o processo por não contar com votos suficientes para garantir a permanência na presidência.

“Eu não estou me recusando em nada, eu não tenho nenhuma ordem judicial, então eu não estou recusando nada”, afirmou o presidente.

Wanderley ressaltou que cumprirá eventual determinação da Justiça, mas defendeu que, enquanto não houver uma ordem nesse sentido, a Câmara pode seguir o calendário que considera previsto nas normas vigentes.

“Se a lei determinar que eu tenho que fazer, não tem problema nenhum. Enquanto a lei não determinar, nós estamos dentro do prazo. Porque tem até 31 de dezembro para fazer eleição”, declarou.

O presidente também destacou que o mandato da próxima Mesa Diretora começa em 1º de janeiro de 2027.

“E eu não tô [negando], tem presidente, e o próximo presidente assume a partir de 1º de janeiro de 2027. Nós estamos dentro do marco temporal, que é outubro a 31 de dezembro”, acrescentou.

A eleição anterior da Mesa Diretora, realizada em maio, reconduziu Wanderley ao comando da Câmara para o próximo biênio, mas acabou anulada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou irregular a antecipação da votação.

Após a anulação, vereadores contrários ao presidente passaram a cobrar a realização de um novo pleito. O grupo apresentou à Justiça um pedido para obrigar Wanderley a convocar a votação em até 24 horas. A iniciativa recebeu apoio de 15 dos 23 parlamentares da Casa.

No início de outubro, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, determinou que o presidente prestasse esclarecimentos antes de decidir sobre o pedido de urgência. Na ocasião, o magistrado não concedeu nem negou a liminar.

Wanderley afirma que não existe, até o momento, determinação judicial obrigando a convocação imediata da eleição. A disputa sobre o calendário do pleito segue em análise, enquanto os vereadores aguardam uma definição sobre os próximos passos.



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